Advertisement
Assine Já
quarta, 05 de outubro de 2022
Região dos Lagos
26ºmax
19ºmin
Revolta do cachimbo
Revolta do Cachimbo
17 Set 202211h47

Os novos filmes do cinema espanhol

Na coluna de abertura sobre o cinema espanhol citamos filmes contemporâneos fora da caixinha. Hoje falaremos um pouco mais sobre eles. Nas últimas semanas escrevemos ainda colunas inteiras sobre as obras-primas “Mar Adentro”, “Fale com Ela” e “A Pele que Habito”. A Espanha é o terceiro país que abordamos nessa coluna sobre Cinema na Folha dos Lagos – antes foram França e Aleman...
03 Set 202210h31

A metamorfose de “A Pele que Habito”

Talvez o verdadeiro artista deva buscar por vontade própria caminhos que desconheça, que ainda não enxergue o horizonte, lugares onde se perca, onde o desafio lhe traga alguma maturidade, crescimento; onde possa errar livremente. No desafiador filme “La Piel que Habito” (“A Pele que Habito”, 2011), Almodóvar nos mostra algo que nunca havia feito, um thriller, um suspense bem arquiteta...
20 Ago 202215h33

O desejo e o outro no “Fale com Ela”

Almodóvar talvez seja o maior nome contemporâneo do cinema espanhol. Seus filmes de cores quentes tem uma marca: a coragem em falar de temas sensíveis (na maior parte das vezes cotidianos, mas pouco explorados), de mostrar as nossas fraquezas, paixões, desejos, obsessões, vaidades. O diretor parece não se importar com o amor ou o ódio com que o espectador verá sua obra, e isso a torna bem...
08 Ago 202211h05

A Escolha de "Mar Adentro"

“Lucas, estão fazendo uma revolução na Espanha! O roteiro tem sido prioridade nas faculdades de cinema, e cursos focados na narrativa se multiplicam”, dizia eufórica minha amiga, e também cineasta, Bruna Lessa, em 2014, São Paulo. Bruna retornava de seu intercâmbio sobre escrita em Madrid, conseguido por uma bolsa de estudos. Naquela época, eu não fazia ideia do que ela estava di...
02 Jul 202206h55

A arte, um erro que liberta o mundo

Um dos maiores críticos literários, Maurice Blanchot, diz em seu livro “O Livro por Vir”: “Todo artista está ligado a um erro com o qual ele tem uma relação particular de intimidade. Toda arte tira sua origem de um defeito excepcional, toda obra é a realização desse defeito de origem.” É preciso – talvez – anos para entender a profundidade dessa reflexão. Depois de impr...
11 Jun 202208h45

“A Onda” e a derrubada de mitos

“O fascismo é uma religião. O século XX será conhecido como o século do fascismo.” Essa frase é atribuída ao ditador italiano Benito Mussolini. Em 2008 – há 14 anos, relativo a três eleições presidências no Brasil –, um filme alemão foi fenômeno no mundo e gerou muita reflexão, um filme atemporal, o filme “Die Welle” (“A Onda”), do diretor Dennis Gansel. O...
09 Mai 202211h14

A “Nossa” Vida dos Outros

Sua escrita seria capaz de corroer sistemas opressivos? Sua música ou arte aqueceriam almas frias? O filme alemão “A Vida dos Outros” (Das Leben der Anderen, 2006), do diretor Florian Henckel von Donnersmarck, é um dos raríssimos filmes no mundo que conseguem colocar na mesma balança: política e arte; a força – às vezes antagônica – das duas. O filme se passa na Alemanha Oriental...
16 Abr 202212h56

“Todo coração é uma célula revolucionária”

Nos últimos dois meses escrevemos/refletimos sobre o cinema francês para a Folha dos Lagos , obras contemporâneas que contemplam a beleza, verdadeiras obras- -primas. Agora, em abril e maio, falaremos sobre obras do cinema alemão, sua força bruta, às vezes até visceral, um outro tipo de linguagem cinematográfica. Todas as minhas colunas são publicadas quinzenalmente às sextas no jorn...
04 Abr 202214h48

A memória afetiva e a criatividade em Amélie Poulain

Há cerca de vinte anos, o filme francês “O fabuloso destino de Amélie Poulain” (Le fabuleux destin dAmélíe Poulain, 2001) enchia os cinemas do mundo inteiro, mais de 35 milhões de espectadores, e se tornava um fenômeno cult com sua narrativa imaginativa, suas cores quentes e saturadas, o encaixe perfeito de Audrey Tautou no papel da protagonista Amélie Poulain, a trilha de piano leve ...
26 Mar 202223h11

Redescobrindo o tempo em Proust

Talvez, uma máxima é que nunca saberemos o tempo certo das coisas, cada medida, cada estágio da nossa vida, se perdemos ou ganhamos tempo, se isso realmente existe. A imaturidade neste cálculo talvez seja uma dádiva ou um martírio. Nunca saberemos. Lendo recentemente Roland Barthes, e seu livro “A Preparação do Romance”, encontrei trechos que me deram lembrança de um autor que ainda ...
Primeira Página Anterior
Última Página