Assine Já
quarta, 02 de dezembro de 2020
Região dos Lagos
28ºmax
21ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 12808 Óbitos: 546
Confirmados Óbitos
Araruama 2519 121
Armação dos Búzios 1300 16
Arraial do Cabo 427 16
Cabo Frio 3851 182
Iguaba Grande 1182 41
São Pedro da Aldeia 1997 76
Saquarema 1532 94
Últimas notícias sobre a COVID-19
queda

Inspetor escolar de Cabo Frio pode perder movimento dos braços

José Alexandre pode ter sequelas se não passar por cirurgia nos próximos dias

24 julho 2017 - 10h26Por Gabriel Tinoco I Foto: Arquivo Pessoal
Inspetor escolar de Cabo Frio pode perder movimento dos braços

José Alexandre de Souza vive o drama de perder os movimentos do braço esquerdo. O inspetor caiu de uma cadeira ao tentar amarrar uma bandeira na Escola Themira Palmer, no Manoel Corrêa, em Cabo Frio, no último dia 10.

Desde então, o servidor municipal amarga longa espera pelo pedido do Hospital de Arraial do Cabo para que passe por uma tomografia no Hospital Regional de Araruama. Ele só poderá ser operado após o exame. Os médicos deram duas semanas para que a cirurgia de alta complexidade seja feita sem deixar graves sequelas – o prazo estoura nesta segunda (24).

O inspetor ganhou fraturas no pulso e no cotovelo. O acidente ocorreu às 10h40. Primeiramente, José tentou a operação pelo Instituto de Benefícios e Assistência aos Servidores Municipais de Cabo Frio (Ibascaf) Ibascaf.

O presidente do instituto, Luis Cláudio Gama, no entanto, afirmou que a cirurgia não pode ser feita em Cabo Frio por ser de alta complexidade. O paciente, portanto, aguarda para ser operado no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro.

A Folha entrou em contato com o Hospital de Arraial do Cabo. Ontem, o paciente esteve na unidade e conseguiu a senha para a tomografia. Mas o exame não pôde ser realizado pela falta de um médico para acompanhá-lo até o Hospital Regional de Araruama.

– Caí em cima do braço e fiquei morrendo de dor. Neste momento, me levaram à UPA. De lá, fui transferido para o Santa Izabel, onde me deram morfina para suportar a dor – afirma José.

De acordo com ele, as consequências podem ser pesadas se o prazo for ultrapassado.

– É passivel de operação, todos os médicos falaram. Vou ter que botar pino. O médico falou que não posso aguardar muito porque posso perder o movimento do braço ou ficar com ele torto. Tenho que arrumar a cirurgia em, no máximo, duas semanas – relata.