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REPARAÇÃO HISTÓRICA

Adiado duas vezes, julgamento de caso do pesqueiro Shangri-lá no STF não tem data para acontecer

Parentes de uma das vítimas querem ser indenizados pela Alemanha por ataque na Segunda Guerra

06 outubro 2020 - 20h35Por Redação

Duas vezes adiado, ainda não foi marcada a nova data para o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso do pesqueiro Shangri-lá, afundado no mar de Cabo Frio – hoje pertencente a Arraial do Cabo – por um submarino nazista U-199 durante a Segunda Guerra Mundial. Dez pessoas morreram no ataque.

Familiares de uma das vítimas cobram na Justiça uma indenização por danos morais da República da Alemanha. O julgamento do agravo regimental (ARE) 954.858 vai definir se, 77 anos depois, o país europeu poderá ser responsabilizado judicialmente pela tragédia. O relator do processo é o ministro Edson Fachin.

Inicialmente, o julgamento foi sido marcado para o último dia 27 de agosto, e depois, para 24 de setembro. O STF não informou o motivo para os adiamentos.

Investigação – O ataque ao pesqueiro Shangri-lá ocorreu em 22 de julho de 1943 e, por 56 anos, acreditou-se que o desparecimento da embarcação e de seus tripulantes se deu por causa de um naufrágio. 

O processo sobre o incidente chegou a ser arquivado em 1945, mas, em 1999, o processo foi reaberto, a partir de provas recolhidas pelo historiador Elísio Gomes Filho. Somente em 2001, o Tribunal Marítimo reconheceu a responsabilidade do submarino nazista, sob o comando do capitão Hans Werner Krauss.

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