Assine Já
quarta, 25 de novembro de 2020
Região dos Lagos
26ºmax
17ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 11693 Óbitos: 534
Confirmados Óbitos
Araruama 2347 117
Armação dos Búzios 1025 16
Arraial do Cabo 364 16
Cabo Frio 3625 181
Iguaba Grande 1069 40
São Pedro da Aldeia 1801 75
Saquarema 1462 89
Últimas notícias sobre a COVID-19
prefeitura

Vereador questiona gastos da Prefeitura de Cabo Frio com aditivos

Governo gastará R$ 35 milhões até novembro com contratos emergenciais para uma só empresa

04 outubro 2017 - 10h02Por Gabriel Tinoco
Vereador questiona gastos da Prefeitura de Cabo Frio com aditivos

Em meio às dificuldades para o pagamento dos servidores municipais, a Prefeitura de Cabo Frio publicou, na semana passada, um aditivo de quase R$ 6 milhões à empresa Prime para serviços de limpeza  urbana, como varrição, prestados até novembro. 
O valor, somado a outros contratos emergenciais assinados  este ano, alcançará a marca de mais de R$ 35 milhões pagos à empresa entre janeiro e novembro. O edital gerou o questionamento do vereador Rafael Peçanha (PDT), que solicitou esclarecimentos ao governo. 
De acordo com o vereador, o Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) já identificou erros propositais em editais para que os contratos emergenciais fossem feitos.
– Já tenho representação no Ministério Público sobre esses contratos emergenciais da Comsercaf. Essa representação está sendo avaliada. Vou anexar mais esse aditivo ao MP. Também vou notificar o Tribunal de Contas sobre a situação, pedindo para que seja analisada a questão dos erros em editais, que têm sido propositais para manter os contratos emergenciais no Estado do Rio de Janeiro. Estou aguardando a resposta do Governo Municipal em relação ao Requerimento 102, que solicita informações sobre a empresa Prime, que ainda não foi respondido pelo poder executivo – afirma.
Ao todo, foram celebrados outros cinco aditivos junto à empresa somente este ano. O primeiro deles, publicado entre janeiro e abril, teve o valor de R$ 8.958.348. O segundo custou R$ 5.541.457 aos cofres públicos entre maio e julho. Ainda no primeiro semestre, o terceiro contrato emergencial custou R$ 8.958.348. Entre julho e setembro, o quarto aditivo foi de R$ 5.937.120.

 

* Confira matéria completa na edição impressa desta quarta (4) da Folha dos Lagos.