Assine Já
segunda, 21 de setembro de 2020
Região dos Lagos
22ºmax
19ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 7847 Óbitos: 412
Confirmados Óbitos
Araruama 1514 100
Armação dos Búzios 473 10
Arraial do Cabo 231 13
Cabo Frio 2555 140
Iguaba Grande 640 34
São Pedro da Aldeia 1284 51
Saquarema 1150 64
Últimas notícias sobre a COVID-19
Arraial

Tequinho quer cortar salários

Prefeito envia projeto à Câmara para tirar 20% do primeiro escalão

24 outubro 2016 - 18h48Por Redação I Foto: Reprodução
Tequinho quer cortar salários

O prefeito interino de Arraial do Cabo, Luciano Farias Aguiar, o Luciano Tequinho (PPS) enviou para a Câmara Municipal em regime de urgência uma mensagem para que a Câmara vote hoje a redução de 20% dos salários dele próprio, do vice – cargo que no momento está vago – dos secretários e servidores comissionados. Se a mensagem for aprovada, a medida já entra em vigor de imediato, incidindo sobre os salários de outubro.


A iniciativa do governo faz parte de um pacote de medidas que estão sendo tomadas no fim do ano com o objetivo de reduzir os gastos municipais, sobretudo com a folha salarial, adequando-a ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, que é de 54% das despesas.


Para tanto, além do ‘corte na própria carne’, o governo vem realizando uma série de exonerações, de contratados e comissionados, com o objetivo de enxugar a folha entre R$ 500 mil e R$ 700 mil. A ideia é abrir também espaço para os aprovados no último concurso público, realizado entre o fim do ano passado e o começo deste ano. A primeira convocação, inclusive, já foi realizada na semana passada. A primeira turma de novos guardas municipais também foi iniciada ontem.


A  Folha entrou em contato com o prefeito interino, mas ele não atendeu as ligações da reportagem. Já a Prefeitura disse que as informações sobre o projeto deveriam ser pedidas para a Câmara. Uma funcionária da assessoria do Legislativo, contudo, não soube informar do que se tratava.


Inchaço negado – Em entrevista publicada na semana passada, o secretário municipal de Administração, Marcelo Mendonça afirmou que não considera que a máquina pública estivesse inchada e defendeu a necessidade do antigo número de funcionários. Ele também disse que as demissões não acontecem por ‘perseguição’, uma vez que o candidato do governo, Tê (PMDB) perdeu a eleição.