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Sindicatos endurecem com governo de Cabo Frio

Com saída do FPM, servidores descartam acordo em oito vezes e querem renegociar dívida

17 junho 2017 - 10h16Por Rodrigo Branco
Sindicatos endurecem com governo de Cabo Frio

O desbloqueio judicial dos quase R$ 16 milhões retidos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), na última quarta-feira, vai obrigar o governo a renegociar com os sindicatos o acordo de parcelamento dos salários atrasados de 2015 e 2016. No mesmo dia, a Prefeitura de Cabo Frio apresentou uma proposta de reparcelamento da dívida, de aproximadamente R$ 13 milhões, em oito vezes. Contudo, com o reforço no caixa, os servidores querem rediscutir o assunto e acertar o pagamento em novos termos.

– Mediante a liberação do FPM, tudo mudou. Até porque o governo sempre falou que se liberassem os R$ 15,8 milhões, pagariam os débitos com o servidor. Desta forma, a proposta das oito parcelas, a meu ver, cai por terra – afirma o presidente do Sindicato dos Servidores das Saúde (SindSaúde), Gelcimar Almeida, o Mazinho.

Apesar da liberação do dinheiro estar pendente por detalhes burocráticos, a ansiedade já toma conta do funcionalismo. Nesta terça-feira, dia 20, vencerá a parcela referente a 50% do salário de dezembro de 2016, prevista no acordo original. A segunda metade de novembro já havia vencido em maio. Com discurso afinado ao de Mazinho, o presidente em exercício do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindicaf), Fábio Claudino, confirma que haverá pressão por um melhor acordo. Ele pede ainda igualdade de tratamento entre todas as categorias.

– Ficou tudo em aberto. Tem que esperar uma nova reunião para esperar e conversar. Antes do FPM, a gente ia levar a proposta para assembleia. Mas quando o secretário (de Fazenda) diz que vai pagar o 13º dos aposentados e da Educação, e tem que pagar mesmo, tem que pagar a todos – cobra Claudino. 

* Confira matéria completa na edição deste fim de semana da Folha dos Lagos.