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Servidores

Sessão tumultuada tem muitas cobranças, mas nenhuma resposta

Servidores da Saúde e Educação de Cabo Frio protestaram na Câmara Municipal

11 dezembro 2015 - 10h39Por Rodrigo Branco

Se, na terça-feira, os vereado­res de Cabo Frio foram econômi­cos nas palavras e saíram rapida­mente do plenário para escapar das cobranças da assistência, ontem, não teve jeito. Em ses­são bastante tumultuada e com maciça presença de servidores da Saúde e da Educação, os par­lamentares foram pressionados a se posicionar sobre os atrasos no pagamento dos salários de no­vembro e outras atitudes recentes e polêmicas do governo, como o decreto que suspende temporaria­mente horas-extras, gratificações e adicionais de insalubridade.

Mas depois de muito bate-bo­ca, os manifestantes saíram como entraram: sem respostas convin­centes; apenas com a promessa de que os vereadores se reuni­riam após a sessão para discutir o assunto. Diante de um público hostil e ansioso por explicações, alguns vereadores se aventura­ram na tribuna. Salvo exceções, os vereadores tiveram que lidar com o descontentamento dos funcionários. Adriano More­no (Rede), Emanoel Fernan­des (Pros) e Braz Enfermeiro (PMDB) tiveram problemas e foram interrompidos algumas vezes.

Com as ausências do presi­dente da Mes Diretora Marcello Corrêa (PP) e do vice, Vanderlei Bento (PSDB), a tarefa de con­duzir a sessão ficou a cargo do primeiro secretário Eduardo Kita (PT), que teve muito trabalho. Aliás, nenhum representante do clã Corrêa participou da sessão. Além de Marcello, Vinícius Cor­rêa (PP) e Paulo Henrique Corrêa (PR) faltaram ontem.

Com isso, as atenções ficaram voltadas para o líder do governo na Casa, Taylor Jasmin (PRB) que, apesar de ouvir atentamente os discursos dos colegas, perma­neceu calado. Ele se manifestou apenas no fim da sessão ao ser abordado e discutir com o presi­dente do Sindicato dos Servido­res de Cabo Frio (Sindicaf), Ol­ney Vianna.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa desta sexta-feira (11)