Assine Já
sexta, 03 de julho de 2020
Região dos Lagos
22ºmax
15ºmin
TEMPO REAL Suspeitos: 325 Confirmados: 2996 Óbitos: 179
Suspeitos: 325 Confirmados: 2996 Óbitos: 179
Suspeitos:
Confirmados:
Óbitos:
Suspeitos Confirmados Óbitos
Araruama 260 584 40
Armação dos Búzios X 250 6
Arraial do Cabo 11 73 11
Cabo Frio X 943 58
Iguaba Grande 13 207 20
São Pedro da Aldeia 24 455 16
Saquarema 17 484 28
Últimas notícias sobre a COVID-19
prefeito

Prefeito não entrega documentos à Justiça e Aquilles fala em manobra

Por descumprimento, multa para o chefe do Executivo já passa de R$ 40 mil

14 fevereiro 2016 - 13h40Por Rodrigo Branco

Assim como em outros assuntos referentes à relação entre o Executivo e o Legislativo, a apresentação dos contratos de prestação de serviços feitos pela empresa Córrego Rico à prefeitura ganhou ares de novela. Mas além de dor de cabeça, a ‘trama mexicana’ promete doer no bolso do prefeito Alair Corrêa (PP), uma vez que pela decisão judicial do juiz Caio Romo, da 1ª Vara Cível de Cabo Frio, os documentos deveriam ter sido entregues na sexta-feira da semana passada, portanto, há oito dias, sob pena de pagamento de multa pessoal diária de R$ 5 mil. A iniciativa de exigir a papelada em juízo partiu do líder da oposição da Câmara Municipal, vereador Aquiles Barreto (SD).

Como isso não ocorreu até o fechamento desta edição, o prejuízo para o prefeito já chega aos R$ 40 mil. No mais recente capítulo, na última terça-feira, ou seja, já fora do prazo estipulado pelo juiz, um documento da prefeitura chegou às mãos da Justiça, mas em vez de números e cópias de acordos comerciais, apenas um ofício da Procuradoria-geral do município informando que toda a documentação estaria à disposição de Aquiles na prefeitura. Mas orientado pelos advogados, o parlamentar não aceitou a resposta. Para Aquiles, com a iniciativa, o prefeito quer apenas ‘ganhar tempo’

– A gente nunca sabe qual documento o Alair protocolou junto ao juiz. Só o juiz chamando a gente que temos acesso aos documentos. Hoje (ontem), meu advogado foi lá e viu que o documento enviado foi esse (o ofício). Então fui orientado a não receber nada na prefeitura, pois podem dizer que me entregaram tudo e não me entregaram nada. Todo processo judicial tem que ser entreguie ao juiz para ele verificar se o que foi entregue é o que realmente foi pedido – explicou o vereador do Solidariedade.

Confira matéria completa na edição deste fim de semana da Folha dos Lagos.