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Picciani é reeleito para Presidência da Alerj em dia de protestos

Enquanto peemedebista recebia 64 dos 70 votos, polícia reprimia manifestação de servidores

01 fevereiro 2017 - 16h28Por Redação I Foto: Divulgação
Picciani é reeleito para Presidência da Alerj em dia de protestos

Pelo sexto mandato consecutivo, o deputado Jorge Picciani (PMDB) sentará na cadeira de presidente da Assembleia Legislativo do Rio de Janeiro (Alerj).  Ontem, Picciani foi novamente reconduzido ao cargo de chefe do Legislativo estadual com o voto de 64 dos 70 parlamentares. Não houve disputa no plenário, pois a eleição aconteceu com chapa única.

Com isso, apenas a bancada do PSOL (Marcelo Freixo, Eliomar Coelho, Flávio Serafini, Paulo Ramos e Wanderson Nogueira) e Doutor Julianelli, da Rede Sustentabilidade, colocaram-se contrários à perpetuação de Picciani na Presidência. 

A reeleição de Picciani marcou a tumultuada abertura do ano legislativo. Do lado de fora do Palácio Tiradentes, servidores estaduais que protestam contra o pacote de medidas de austeridade do Governo do Estado e a tropa de choque da Polícia Militar (PM) que cercava o prédio da Alerj entraram em confronto. 

O confronto entre a tropa de choque da Polícia Militar concentraram-se na Rua Primeiro de Março, onde fica localizado o prédio da Alerj. A PM usou gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar a manifestação. Os manifestantes revidaram com pedras e rojões. 

A confusão se alastrou por ruas próximas, o que obrigou os comerciantes a fecharem as portas com medo de depredação. Ruas também foram interditadas pela e os trens do VLT deixaram de circular. O trânsito no Centro do Rio ficou completamente congestionado o por causa do tumulto.

A situação promete se repetir quando entrarem na pauta itens polêmicos como o reajuste temporário da contribuição previdenciária de 11% para 22 % e a privatização da Cedae, ambas exigências da União para socorrer financeiramente o Estado.