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Deputado federal Miro Teixeira desiste de concorrer ao Governo do Estado

Para o presidente do Pros Municipal, Emanoel Fernandes, próximo governador deverá levar benefícios para todo o estado

20 junho 2014 - 20h25Por Rodrigo Branco

Com a desistência do deputado federal Miro Teixeira de concorrer ao Governo do Estado, está aberta a temporada de caça ao apoio do Partido Republicano da Ordem Social (Pros) visando às eleições de outubro. De acordo com o presidente da Executiva Municipal de Cabo Frio, Emanoel Fernandes, a sigla tem sido cortejada por grupos ligados a pelo menos três pré-candidatos: o deputado e ex-governador Anthony Garotinho (PP) e os senadores Marcelo Crivella (PRB) e Lindbergh Farias (PT). No entanto, o martelo será batido apenas durante a convenção estadual, marcada para o próximo dia 26, no Rio. Na ocasião, também serão definidos os nomes que disputarão o pleito proporcional (deputados federais e estaduais).

– Tivemos a procura de alguns líderes, mas a definição será mesmo no dia 26. Temos ouvido outras siglas, mas alguns interesses passam pela saída do Miro. O Pros é um partido com apenas seis meses, mas que já nasceu grande.  Somos hoje a terceira maior bancada da Câmara e o oitavo maior partido do país – afirma.

Segundo Emanoel Fernandes, o que for decidido na convenção será acatado por todos os diretórios municipais.

– Isso tudo está na conversa para o fortalecimento do Pros e, assim sendo, teremos uma campanha de êxito para todos os lados. O próximo governo deve levar benefícios não apenas para a capital, mas para todo o Estado do Rio – disse.

Questionado a respeito do polêmico processo de sucessão na Executiva Municipal, em Cabo Frio, no fim do mês passado, Emanoel foi enfático em afirmar que não restaram cicatrizes. O nome do empresário José Martins chegou a ser confirmado como presidente do partido, mas a cerimônia foi cancelada e o vereador acabou assumindo.

– Política é ocupação de espaços. Nosso partido, ainda que seja novo, nasceu grande. Só no Rio, temos três deputados federais. Na Alerj, tem o Marco Figueiredo. Portanto, não houve nada que não fosse a vontade de ter o controle do Pros municipal – encerrou.