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hugo leal

"Eleição será atípica", aposta deputado federal Hugo Leal

Substituto de Romário na liderança estadual do PSB, deputado afirma que o Rio não pode culpar a queda dos royalties pela calamidade financeira

29 julho 2016 - 21h44
"Eleição será atípica", aposta deputado federal Hugo Leal

A pouco mais de dois meses das eleições municipais, o comando do Partido Socialista Brasileiro no estado do Rio mudou de mãos. Pouco acostumado à situação enquanto atuava nos gramados, o senador Romário foi substituído na presidência da executiva estadual há cerca de dez dias pelo deputado federal Hugo Leal. 

A troca foi bem vista pelo presidente nacional do partido Carlos Siqueira, que ficou contrariado com alguns acordos firmados pelo ex-jogador. Por outro lado, Hugo afirma que a maioria das alianças feitas por Romário serão mantidas. 

Em meio à correria para organizar as convenções e reorganizar o partido, Hugo falou com a Folha sobre o desafio de assumir o PSB pouco tempo antes da campanha e se mostrou otimista em relação ao cenário para os socialistas na Região dos Lagos.

 – O PSB tem dois candidatos a prefeito muito fortes na região: a Elizângela Lobo, em São Pedro da Aldeia, e o ex-prefeito André Mônica, em Araruama – aposta. 

Folha dos Lagos – Como é assumir um partido e ter que arrumar a casa com pouco tempo para as eleições?

Hugo Leal – É realmente um desafio porque o partido passou por muitas mudanças nos últimos meses o que provocou a saída de alguns quadros do partido e muita coisa a ser organizada em pleno prazo para as convenções partidárias municipais.

Folha – Os acordos feitos à época em que o senador Romário presidia o partido foram mantidos? Quais?

Hugo – Na maioria dos casos, as alianças foram mantidas. Houve pontualmente problemas em alguns municípios onde havia divergências internas dentro do próprio partido e o senador Romário, até por conta de sua pré-candidatura no Rio de Janeiro, não tinha conseguido ainda solucionar. Mas, repito, na grande maioria dos casos, nós seguimos com as alianças que já vinham sendo construídas.

Folha – Como está o partido na Região dos Lagos para as eleições? Já foi oficializada a Elizangela Lobo na disputa majoritária em São Pedro e o apoio a Marquinho Mendes, em Cabo Frio.

Hugo – O PSB tem dois candidatos a prefeito muito fortes na região:a Elizângela Lobo, em São Pedro da Aldeia, e o ex-prefeito André Mônica em Araruama. Em Búzios, temos um candidato a vice-prefeito do PSB, o ex-vice-prefeito Aristonil Silveira de Souza, que compõe a chapa com o PRB do candidato a prefeito Alexandre Martins, ex-vereador e ex-vice -prefeito. E, como você citou, estamos apoiando o deputado e ex-prefeito Marquinhos Mendes em Cabo Frio.

Leia a entrevista completa na versão impressa da Folha deste fim de semana ou na área exclusiva para assinantes. Assine agora.

Folha – O senador Romário fica no partido?

Hugo – O senador Romário está comprometido com as candidaturas de prefeitos e vereadores do PSB em todo o estado e deixou as funções executivas no partido exatamente para ficar mais liberado para fazer campanha.

 Folha – Como o senhor avalia a crise econômica no estado do Rio, que culminou com decreto de calamidade financeira no Estado?

Hugo – É uma coisa vergonhosa para o nosso estado, um verdadeiro estado de calamidade que vai desaguar certamente na intervenção direta ou indireta do governo federal no Rio de Janeiro. Nos últimos cinco anos, o governo tomou decisões equivocadas e até irresponsáveis que aumentaram os gastos e fizeram cair a arrecadação. E não é possível culpar a queda da receita dos royalties pois há estados  como o Espírito Santo, que também dependem dos royalties, mas fizeram o dever de casa e estão em situação muito melhor que o Rio. 

Folha – Como os futuros gestores devem agir nos municípios para diminuir a dependência dos recursos dos royalties do petróleo?

Hugo – Os prefeitos e todos os gestores públicos devem aprender com os empresários: empreender e inovar na gestão para não ficar dependente de uma só receita. É possível encontrar formas de aumentar a arrecadação sem aumentar a carga tributária sobre empresários e trabalhadores.

Leia a entrevista completa na versão impressa da Folha deste fim de semana ou na área exclusiva para assinantes. Assine agora.