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Alerj vota homenagem a Paulo Gustavo com criação do Dia Estadual do Humor

Projeto do presidente André Ceciliano (PT) será votado em discussão única nesta quarta (13)

13 outubro 2021 - 09h19Por Redação

“Está banido o mau humor”, é o que propõe o deputado André Ceciliano (PT) com a criação do Dia Estadual do Humor, que será celebrado no dia 30 de outubro - data de aniversário do ator Paulo Gustavo. A homenagem foi proposta no projeto de lei 4.693/21, que será votado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) nesta quarta-feira (13), em discussão única. A Alerj também irá promover uma sessão solene em homenagem ao comediante e a todos os artistas que têm como missão nos fazer gargalhar.

“Nosso objetivo é eternizá-lo no calendário oficial do Estado do Rio de Janeiro e promover uma celebração ao ato de fazer rir, reconhecendo a importância que a comédia tem na vida dos cidadãos fluminenses e a sua potência para transformar o mundo e as pessoas para melhor”, declarou Ceciliano. “A empatia e o carinho que conquistou do público também promoveram o combate à discriminação, já que Paulo conseguia por meio de humor e do riso levar uma mensagem de tolerância e respeito”, continuou. No projeto, Ceciliano lembra que Paulo Gustavo dizia que “rir é um ato de resistência”.

O ator morreu de Covid-19 aos 42 anos e, ao longo de sua carreira, colecionou personagens que fizeram história na TV, no teatro e nos cinemas, deixando um legado incontestável para o humor nacional. “Minha Mãe é uma Peça”, obra que nasceu nos palcos e ganhou as telas de todo o Brasil, é uma história sobre as famílias, mas também uma homenagem a Niterói, cidade onde o humorista nasceu e foi criado. Recentemente, uma das ruas mais famosas de Icaraí, bairro onde morou, foi renomeada em sua homenagem.

“Paulo tinha uma profunda conexão afetiva especialmente com Niterói e com o Rio, onde vivia. Essas cidades, com as peculiaridades de seus bairros e seus moradores, não eram apenas ‘cenários’ das suas obras, mas praticamente uma extensão de seus personagens, que incorporavam o jeito de viver, a graça e os dramas cotidianos desses lugares”, comentou André.

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