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Prefeito

Alair Corrêa (PP) culpa adversários e Petrobras pela crise municipal

Prefeito cabofriense ataca os deputados Janio e Marquinho

10 dezembro 2015 - 10h08

As constantes manifestações de insatisfação de servidores e da população contra a gestão do prefeito de Cabo Frio, Alair Corrrêa (PP), não impediram que mais uma vez o chefe do Executivo terceirizasse a culpa. Segundo ele, a responsabilidade da crise municipal recai sobre as costas dos seus adversários polí­ticos. Em entrevista ao Programa Amaury Valério, na Rádio Ondas FM, Alair afirmou que o endivi­damento da cidade se deve a ar­ticulações do deputado federal e ex-prefeito Marquinho Mendes (PMDB) e do deputado estadual Janio Mendes (PDT), além da “roubalheira na Petrobras”.

Alair disparou contra os par­lamentares, chegando a acusá-los de terem barrado a liberação de quase R$ 300 milhões para a cidade, uma antecipação pe­las perdas com os royalties. O prefeito também classificou os constantes protestos dos servi­dores públicos, e a consequente greve, como “fajutos”, “irres­ponsáveis” e “políticos”.

“É molecagem o que estão fa­zendo com a cidade. O governo já está debilitado por conta da falta de receitas e lamento que este grupo esteja manipulando essa gente. Estamos prejudica­dos não por incompetência, mas devido à Petrobras estar falida e pelo ex-prefeito, que implantou um plano de cargos e salários que afundou a Prefeitura. E ele ainda se reuniu com o presiden­te da Caixa Econômica para im­pedir o empréstimo. Janio fez

 carnaval contra a antecipação dos royalties mas votou a favor de tudo que Pezão (governador) pediu. Então, fazer greve porque atrasamos só dois dias no paga­mento do salário não é motivo”.

O deputado federal Marqui­nho Mendes, que ontem partici­pou da tumultuada sessão para instituir a Comissão do Impea­chment, em Brasília, rebateu as críticas e afirmou que o pronun­ciamento foi uma tentativa de desviar atenção dos problemas de gestão que Alair enfrenta.

– Conquistamos muito para Cabo Frio. O que acontece hoje na cidade é por incapacidade, má gestão e ele tenta colocar a culpa em mim. Me reuni com a Caixa Econômica para tratar de uma agência para Tamoios e tenho com provar. Ele não reconhece que é péssimo gestor e que des­truiu a cidade – alfinetou.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa desta quinta-feira (10)