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Anansa

Protesto pela liberdade de Anansa e Priscila fecha o trânsito em frente a Deam de Cabo Frio

Com faixas e cartazes, amigos e parentes clamam pela soltura das mulheres, presas em Bangu, no Rio 

27 junho 2015 - 17h36
Protesto pela liberdade de Anansa e Priscila fecha o trânsito em frente a Deam de Cabo Frio

 

Com gritos de “justiça” e “liberdade” cerca de 150 pessoas entre familiares e amigos de Anansa Gonçalves, 35, e Priscila Monteiro, 32, fecharam o trânsito na Avenida Teixeira e Sousa, na altura da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), na tarde deste sábado (27). O grupo protestou contra a prisão das duas mulheres, há cerca de 10 dias e que estão no presídio de Bangu, no Rio, acusadas de tentativa de homicídio contra Raquel Marinho, 35.  

De acordo com o pastor Herlon Romão, líder há 17 anos da Igreja Metodista do Jardim Esperança, a comunidade evangélica tem esperança de que o pedido de habeas corpus seja avaliado em breve pela justiça carioca. Membros da igreja Assembleia de Deus, Casa de Benção, Mundial do Poder de Deus e de várias metodistas de Cabo Frio também participaram da carreaa que saiu do Jardim Esperança até a Dem.

– Queremos justiça. Elas são pessoas de bem e não deviam estar presas. Ninguém consegue crer que isto está acontecendo – opinou.

Além do pastor Herlon, uma comitiva formada pela advogada de ambas, Dra. Camila Mendes; pelo namorado de Anansa, Rafaela Almeida; e pelo marido de Priscila, Robson Gonçalves, segue na segunda-feira (29) pela manhã, para o Rio de Janeiro para tentar agilizar a liberação do habeas corpus e visitar as presas.

– É uma loucura tudo isso que ta acontecendo. Viemos a delegacia de boa vontade quando o inspetor ligou da segunda vez dizendo que queria fazer algumas perguntas e chegando aqui deram voz de prisão as duas. O que queremos é que elas seja libertadas – contou Rafael.