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Sindicato dos Médicos

Presidente de Sindicato quer 'investigação especializada' sobre morte de médica

Jorge Darze não acredita na tese de delegado de Búzios de que crime foi por motivo fútil

30 agosto 2016 - 09h28Por Redação | Divulgação
Presidente de Sindicato quer 'investigação especializada' sobre morte de médica

O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze, declarou que vai pedir a transferência da investigação da morte da médica Maria Júlia Matteotti Cavalcanti Martins de Oliveira, de 66 anos (leia aqui), para a Delegacia de Homicídios da Barra da Tijuca. Ela foi encontrada morta no último sábado, num condomínio de luxo da Baía Formosa, em Búzios. Em entrevista à Folha dos Lagos, ele declarou que a linha de investigação levantada pelo delegado Rômulo Prado, não condiz com a realidade. O delegado de polícia declarou ao site G1 que trabalha com a possibilidade de “crime tipicamente de homicídio doloso, possivelmente por motivo torpe ou fútil”.

– Espancamento é algo típico de extrema violência. Ela não sofreu um espancamento, ela sofreu uma sessão de tortura até a morte. Isso não é algo que ocorre por motivo fútil. Não podemos descartar nenhuma hipótese – afirmou Jorge Darze, que explicou que o motivo de pedido de transferência de investigação para uma delegacia especializada é praxe do Sindicato.

Segundo ele, o Sindicato tem por norma se envolver diretamente com crimes que atingem médicos. Normalmente, pedem audiência com o Secretário de Segurança para exigir que a apuração do crime seja feita por delegacia especializada.

– Não temos problema algum com o delegado de Búzios, mas não posso fechar os olhos para a falência do Estado do Rio. Todas as instituições da administração publica estão funcionando de forma precária. Na área da saúde é calamidade. Não é um problema da delegacia daí. Um crime dessa natureza requer uma investigação feita por uma especializada. Na quarta ou quinta-feira, depois do enterro da médica, vou ter uma audiência com o secretário Beltrame e pedirei também a presença do Chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso – declarou.

(*) Leia a matéria completa na edição impressa desta terça.