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CASO WESLEY PESSANO

Polícia Civil prende suspeito de executar investidor de criptomoedas em São Pedro da Aldeia

Suspeito foi localizado na Ilha do Governador nesta quinta-feira (21)

21 outubro 2021 - 16h01Por Redação

Policiais civis da Delegacia de Repressão à Entorpecentes (DRE) prenderam, nesta quinta-feira (21), na Ilha do Governador, um homem acusado de ser o executor do assassinato do investidor em criptomoedas Wesley Pessano, em agosto deste ano, no município de São Pedro da Aldeia.

De acordo com as investigações da 125ª DP (São Pedro da Aldeia), o suspeito preso é Luiz Fillipe Vieira Cherfan Tavares, vulgo Branquinho ou Playboy. Ele também é investigado por participação do tráfico na Maré, por suas ligações com Thiago da Silva Folly, o TH. Ele é o sétimo envolvido no caso a ser preso.

Os agentes chegaram ao criminoso após análises de dados de inteligência obtidos em uma investigação sobre o tráfico de drogas no Complexo da Maré, que possibilitou a identificação da residência onde o acusado estava escondido.

Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal de São Pedro da Aldeia, com base em investigação da 125ª DP (São Pedro da Aldeia) sobre a morte do investidor. O criminoso também é investigado pela DRE por envolvimento com narcotraficantes.

As investigações sobre a morte de Wesley Pessano continuam para identificar o mandante e a motivação do crime.

Relembre o caso

O investidor em criptomoedas Wesley Pessano Santarém foi morto no dia 4 de agosto quando chegava para cortar o cabelo em uma barbearia no bairro São João, em São Pedro da Aldeia. Um veículo emparelhou com o carro de Wesley e foram feitos os disparos.  Um segundo ocupante que estava no Porsche também foi atingido

Gaúcho que morava há um ano em Cabo Frio, Wesley Pessano era figura bastante conhecida nas redes sociais, onde dava dicas de investimentos e sempre aparecia ostentando uma vida de luxo e riqueza, com carrões de luxo e maços de notas de dinheiro. Suas contas no Instagram e YouTube tinham milhares de seguidores. 

O assassinato de Wesley causou comoção em grupos de WhatsApp, onde muita gente lembrou da influência do jovem sobre investidores novatos com dicas sobre o mercado financeiro. Segundo testemunhas, ele dava consultoria gratuita a outros jovens. 

 

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