Assine Já
quarta, 20 de outubro de 2021
Região dos Lagos
18ºmax
14ºmin
TEMPO REAL Confirmados: 52262 Óbitos: 2141
Confirmados Óbitos
Araruama 12321 438
Armação dos Búzios 6516 72
Arraial do Cabo 1720 92
Cabo Frio 14721 876
Iguaba Grande 5469 140
São Pedro da Aldeia 6984 288
Saquarema 4531 235
Últimas notícias sobre a COVID-19
Cabo Frio

Polícia Civil caça outros envolvidos em homicídio

Segundo delegado de Cabo Frio, suspeitos pertencem ao tráfico do Manoel Corrêa

09 setembro 2019 - 19h27
Polícia Civil caça outros envolvidos em homicídio

Após a prisão de um dos envolvidos na morte do policial militar reformado Djalma Wander Girard, a Polícia Civil está em buscas de pistas para a localização de outras duas pessoas que tiveram participação direta no assassinato do subtenente da reserva, executado na madrugada deste domingo, próximo aos quiosques e ao ponto final de ônibus da Praça de São Cristóvão.


 Segundo o titular da 126ª DP (Cabo Frio), delegado Sérgio Caldas, todos os envolvidos na morte do militar têm participação no tráfico de drogas no bairro Manoel Corrêa, que faz da Praça de Cristóvão como um dos seus pontos de venda. 


O ponto de partida para a busca dos demais envolvidos na morte do subtenente reformado foi a prisão de um homem conhecido como ‘Juruna’, apontado como chefe do tráfico na Praça de São Cristóvão. De acordo com o delegado Sérgio Caldas, ‘Juruna’ foi identificado a partir de imagens de câmeras de segurança instaladas próximo ao local do crime. 


Nas imagens, ‘Juruna’ aparece pegando a arma da mão de Djalma caído no chão. Ele não teria disparado contra o militar, mas o delegado afirmou que todos os envolvidos no crime serão indicados por homicídio. O atirador está foragido. O grupo teria outras duas ou três pessoas que, segundo Sérgio Caldas, estavam em motos. 


– Apenas um fez os disparos, mas todos tiveram o intuito de cometer o crime – comentou o delegado.


A motivação do homicídio é outro ponto a ser melhor esclarecido. A versão mais falada até o momento é que o subtenente da PM reformado sacou a arma para acabar com uma discussão entre duas outras pessoas no local, mas não teria chegado a atirar. Depois de discutir com um dos suspeitos, foi surpreendido meia-hora depois pela chegada do grupo, que foi se vingar.


– Essa é a versão dos policiais militares que narraram o episódio. Há versões de que ele não teria separado a briga e sim discutido diretamente com o suspeito – informou Caldas.

Descubra por que a Folha dos Lagos escreveu com credibilidade seus 29 anos de história. Assine o jornal e receba nossas edições na porta de casa, de terça a sábado. Ligue já: (22) 2644-4698. *Com a assinatura, você também tem acesso à área restrita no site.