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PM promete não dar trégua a bares da Meira Júnior e Arredores

Comandante André Henrique Oliveira garante que ações no centro de Cabo Frio prosseguirão

03 outubro 2017 - 11h19
PM promete não dar trégua a bares da Meira Júnior e Arredores

O comando da Polícia Militar promete não dar trégua aos bares da Rua Meira Júnior e arredores, no centro de Cabo Frio. Após ações conjuntas com a Prefeitura, neste fim de semana, para coibir o som alto e consumo de drogas no local, o coronel André Henrique Oliveira afirmou que dará continuidade ao policiamento para resolver de vez o problema. Dois carros e cinco motos irregulares  foram apreendidos na última operação. 
Na sexta passada, o Ministério Público determinou que todos os estabelecimentos próximos ao local fechassem até 23h.
– É a ‘Operação Tolerância Zero’. As ações terão continuidade. Temos apoio da Postura, da Guarda Municipal... Estamos conseguindo, com planejamento, não prejudicar o efetivo e mandar policiamento para lá. Temos que pensar no município. Ninguém quer vir para um município com ambiente de desordem. Para ser um ambiente ordeiro, temos que cumprir as normas. Os estabelecimentos têm que fechar no horário devido. O cidadão deve estar com o carro licenciado. Se tiver vendendo drogas, iremos prender – assegura o coronel.
Os moradores comemoraram a operação e o reestabelecimento da paz. Uma moradora que preferiu não ser identificada considerou a operação “fantástica”, mas pede que seja executada mais vezes.
– Ninguém dorme mais. Está desvalorizando os apartamentos. Essa ação foi fantástica. Mas o verão não chegou. Queremos que tenham ações permanentes. Antes dessa operação, tivemos que pagar um profissional extra pra limpar a sujeira que eles deixam. Também tomamos medidas de segurança, com grades no prédio. No fim de semana retrasado, teve tiroteio – conta.
De acordo com o dono de uma pizzaria, o fedor provocado pela urina o levou a fechar o restaurante à noite.
– A bagunça acabou. Graças a Deus. O meu restaurante é pizzaria. Faziam a rua dele de mictório. Não tinha condições de abrir. Abria à noite, mas tive que fechar, porque o cliente não iria querer sentar lá para comer – afirma.

 

* Confira matéria completa na edição desta terça (3) da Folha dos Lagos.