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Arraial do Cabo

Índice de furtos cai e fica abaixo da meta estabelecida em Arraial do Cabo

Estupro cometido dentro de casa e tráfico são dificuldades, diz titular da 132°DP

15 setembro 2015 - 11h25

NICIA CARVALHO

 

Os índices de furtos no último semestre em Arraial do Cabo ficaram abaixo da meta esta­belecida pela delegada Juliana Rates, titular da 132° Delegacia de Polícia, que foi a convidada de ontem do programa Folha ao Vivo, que vai ao ar às segundas e sextas, de 11h às 12h, na rádio Cabo Frio AM. Apesar do bom resultado, crimes como estupro dentro de casa e tráfico de dro­gas ainda preocupam.

Folha dos Lagos – Quais principais crimes em Arraial?

Juliana Rates – Furto a tran­seunte, em interior de veículo. Como Arraial não tem câmera a dificuldade para investigar furto é muito grande. Não há testemu­nha visual. As câmeras dariam imagem do furtador. Há algu­mas em supermercados que a gente conta, mas são poucos os roubos e furtos a esses estabele­cimentos.

Folha – Furto nas ruas era muito grande há dois anos. Ainda acontece?

Juliana – Não é muito co­mum. No último semestre ti­vemos duas ocorrências. Furto a transeunte, por exemplo, não teve. Já em residência o número foi grande no ano passado.

Folha – Qual balanço do úl­timo semestre?

Juliana – A meta era não ultrapassar números do ano passado e conseguimos. Todos ficaram abaixo. No semestre inteiro foram 60 furtos a inte­rior de veículos, que geralmente acontecem nos meses de janeiro a março, por ser alta temporada e nas proximidades da praia. E, como falei, são muito difíceis de investigar. Tem policiamento, tem ajuda da PM. Já os furtos no interior de residência foram 42 também, com incidência maior no verão por conta das casas de temporada que ficam fechadas a maior parte tempo. Furto a turista foram 18 ocorrências, de celu­lar, 14, e a transeunte apenas, 10. Então são números bem baixos para um semestre.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa desta terça-feira (15)