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caso Rayzza

Delegado de São Pedro afirma que caso Rayzza não está encerrado

Jorge Veloso admite que morte do principal suspeito dificulta investigação, mas diz que ainda busca testemunhas

11 agosto 2017 - 09h17Por Rodrigo Branco I Foto: Arquivo Folha
Delegado de São Pedro afirma que caso Rayzza não está encerrado

Um dos casos mais emblemáticos de violência contra a mulher na região ainda pode ter desfecho de punição aos envolvidos. Segundo o titular da 125ª DP (São Pedro da Aldeia), Jorge Veloso, a investigação da  morte brutal da estudante Rayzza Ribeiro, em maio do ano passado,  não foi encerrada, ao contrário do que se pensava.

Com a morte do principal suspeito do crime, Luan Souza, um mês depois do assassinato, a Justiça chegou a arquivar o caso, mas, em menos de 48 horas, o Ministério Público pediu a reabertura. O delegado disse que há outros envolvidos no crime, que chocou a população. Mas é necessário alguma testemunha do que aconteceu na noite de 22 de maio para mudar o rumo da investigação. Jorge Veloso pediu para quem souber de alguma informação, que faça a denúncia, pois a identidade do denunciante será preservada.

– A dificuldade agora é maior. A maior pista era ele (Luan). Estou esperando a resposta de alguns ofícios de empresa de telefonia, mas até agora isso não nos levou a ninguém. Precisamos de alguém que aponte onde pode haver uma câmera, uma imagem – comentou Veloso.

 O caso não caiu esquecimento. Em julho, houve ato na praça Alfredo Castro, em São Cristóvão, em homenagem a Rayzza. Segundo as investigações, os envolvidos teriam envolvimento com o tráfico. O próprio homicídio de Luan tem relação com o crime organizado, segundo o delegado. 

RELEMBRE O CASO

O assassinato de Rayzza, que tinha 21 anos, causou comoção em toda a região. O corpo dela foi encontrado esquartejado e parcialmente carbonizado no Chaparral, em São Pedro. Há suspeita de que ela tenha também tenha sido violentada. Rayzza foi a um festival de rock em Cabo Frio e foi vista pela última vez pegando uma carona no Canal do Itajuru.