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Comandante

Comandante descarta greve da PM em Cabo Frio

Tenente-coronel André Henrique descarta greve da PM em Cabo Frio

08 fevereiro 2017 - 00h35
Comandante descarta greve da PM em Cabo Frio

Após boatos de uma possível paralisação da PM em Cabo Frio nos próximos dias, o tenente-coronel André Henrique de Oliveira descarta a possibilidade de greve da sua tropa. O comandante do 25º BPM (Cabo Frio) disse que os salários estão em dia e que a corporação funciona normalmente. Ele garante que a população pode sair tranquilamente às ruas.
André Henrique lamenta os rumores espalhados e afirma que servem somente para espalhar o terror na população.
– É para implantação do terror nas pessoas. Divulgam que não há policiamento para o cidadão não ir às ruas. Mandaram esse texto para mim pelo WhatsApp. Não tem nada disso. Os salários não estão atrasados. Por ora, a chance de a PM parar é zero em Cabo Frio. A Polícia continua trabalhando normalmente – diz.

Possibilidade de paralisação no Rio


Os boatos surgiram por causa de uma manifestação nos batalhões da capital carioca, onde parentes de policiais militares querem chegar às unidades pela manhã para impedir a saída dos PMs – semelhante ao que aconteceu no Espírito Santo, no último fim de semana.
O objetivo do protesto, que foi difundido através de grupos do WhatsApp, é ter uma forma de cobrar o pagamento do 13º salário, do RAS e de metas alcançadas em 2015.

As manifestações em frente aos batalhões ocorreriam porque, em função do regimento interno, os militares não podem fazer greve. Homens que portam armas não podem cruzar os braços, de acordo com a Carta da República.
De acordo com o Código Penal Militar (Decreto-Lei nº 1.001, de 21 de outubro de 1969), os grevistas podem ser responsabilizados por motim e insubordinação. O código ainda determina que os organizadores podem ser presos por até três anos, enquanto os participantes serão detidos por dois anos.


Terror no Espírito Santo – Por causa da greve policial no Espírito Santo, a capital Vitória já contabiliza 75 homicídios. O Instituto Médico Legal (IML) da cidade está com as geladeiras lotadas de corpos. O Departamento Médico Legal precisou transferir as vítimas de assassinatos para o Serviço de Verificação de Óbito por causa da falta de espaço.
Coube à Polícia Civil efetivar 24 prisões nos últimos quatro dias. Os ônibus também estão tendo dificuldades para circular pela capital devido ao medo da violência.