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PM

Amigos e colegas lamentam morte de PM; caça aos assassinos continua

‘Morreu protegendo a sociedade’

06 outubro 2015 - 09h19

RODRIGO BRANCO

O dia de ontem foi de mui­ta tristeza e pesar pela morte, na madrugada de domingo, do terceiro-sargento da PM, Ro­naldo Ferreira do Nascimento, 39, assassinado com um tiro na barriga enquanto estava em uma barraca de churrasquinho, no Jardim Esperança, em Cabo Frio. Seu corpo foi sepultado, sob forte comoção, em Iguaba Grande, no domingo.

Durante todo o dia, inúmeras manifestações de solidarieda­de à família foram postadas nas redes sociais em homenagem ao policial militar que ganhou o apelido de ‘Máquina’ pelos companheiros de farda, por cau­sa do seu empenho no combate ao crime. Por outro lado, os ad­jetivos ‘bom’, ‘amigo’ e ‘exem­plar’ foram usados para qualifi­car um homem considerado um pai de família amoroso.

    

O sargento Luiz Américo, co­mandante do Grupo de Ações Táticas (GAT) enfatizou a dis­posição do colega, que lhe fez valer o codinome, e também o fato de que Ronaldo era muito querido entre os companheiros.

– Sempre é difícil ver um ami­go tombado em combate, ontem (anteontem) tive que reprimir meus sentimentos para poder focar no serviço e tentar prender os meliantes. É um sentimento que mexe com nossa estrutura. Acho que não ‘caiu a ficha’ ain­da, é difícil assimilar e aceitar a morte do companheiro, e não iremos descansar enquanto não prendermos esses meliantes – promete Américo.

O também sargento Luciano Monsores, grande amigo de Ro­naldo, ressaltou seu amor pela profissão que o fez tatuar no corpo o símbolo da corporação. Para Monsores, a ‘Máquina’ vai deixar saudades.

– Sua maior satisfação era tra­balhar dentro de comunidades carentes, onde ele fazia a polí­tica da tolerância zero com os criminosos e ao mesmo tempo se aproximava das pessoas de bem. Sou testemunha da sua luta por uma Região dos Lagos mais segura. Sempre que sua viatu­ra recebia um chamado, corria prontamente para atender e fazia questão de apoiar os companhei­ros em ocorrências complicadas – relembra o sargento.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa desta terça-feira (6)