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Roy: 'a seletiva é uma Segundona melhorada'

Técnico da Cabofriense crê em partidas difíceis para obter classificação ao Carioca

06 outubro 2017 - 11h00Por Gabriel Tinoco
Roy: 'a seletiva é uma Segundona melhorada'

Após salvar a Cabofriense do rebaixamento no ano passado, o técnico Antônio Carlos Roy retorna ao clube na semana que vem para conversar com a diretoria sobre reforços e metas para a seletiva do Campeonato Carioca – o primeiro adversário será o Resende, no dia 20 de dezembro. O treinador conta com a volta de promessas como o atacante Abner e promete tentar repatriar o zagueiro Leandro Euzébio.
Folha dos Lagos – Conhece os adversários? Qual o mais forte e por quê? 
Antônio Carlos Roy –
Acompanhei o Goytacaz e o América na reta final da competição. No Macaé, trabalhei. São times que conheço, mas que, com certeza, não terão o mesmo elenco. A única certeza que posso dar é que não vai ter vida mansa. Os dois clubes citados são times de tradição, de equipes fortes, de torcidas grandes. O Resende, por exemplo, nunca mais caiu (em 2007, Roy foi campeão da Segunda Divisão com o clube). O Bonsucesso é sempre competitivo. Portanto, se não montarmos uma equipe forte e trabalharmos com seriedade, podemos não conseguir o objetivo. Dos cinco jogos que disputaremos, três são como visitantes e justamente contra as equipes de mais torcida. Essa seletiva é uma Segundona melhorada.
Folha – Você treinou o Macaé recentemente. Como avalia o adversário? 
Roy –
O Macaé tem bons jogadores, apesar do elenco ter sido feito em cima da hora. Deixei a equipe fora da zona de rebaixamento. Infelizmente, eles não conseguiram o acesso à Série C. Mas sempre é um adversário muito forte e tenho certeza de que vai trazer dificuldades.
Folha – Tem algum jogador em mira?  
Roy –
Tem algumas situações em que estamos pensando. Teremos jogadores que retornam, pois têm vínculo com o clube: Abner (atacante), Pedro (lateral-direito), Gama (meio-campo). Também existe a possibilidade de conversar com o Leandro Euzébio. Vamos apresentar o projeto a ele. 
Folha – Pretende trabalhar mais com a base? 
Roy –
Com certeza. Até em função da questão financeira, porque todos os clubes passam por muitas dificuldades financeiras. Acredito que deva dar oportunidade para a base. Mas, se não tiver uma estrutura de jogadores experientes e gabaritados dentro da competição, podemos não alcançar o objetivo. É tentar mesclar e colocar essa juventude. Mas nós terminamos a seletiva desse ano jogando com a garotada da base e fizemos dois excelentes jogos. 
Folha – Na sua última passagem, salvou o time do rebaixamento. Quais são as pretensões atualmente? 
Roy –
O objetivo é jogar o Carioca. A Cabofriense sempre jogou e necessita disso. Nesse ano, não nos classificamos diretamente por um gol. Hoje, é tentar ter zero de erro para poder chegar no campeonato que nos interessa. Os clubes também necessitam desse dinheiro da Globo (transmissão). O presidente (Valdemir Mendes) espera isso.