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Polícias Civil e Militar realizam Operação Integração II no Jardim Peró

Durante a ação, que cumpria mandado de prisão, foram encontrados colete e farda da polícia 

10 julho 2014 - 11h08Por Rosana Rodrigues
 
 Polícias Civil e Militar realizam Operação Integração II no Jardim Peró

Policiais civis e militares realizaram no início da madrugada desta quinta-feira (10) no Jardim Peró, em Cabo Frio, a Operação Integração II com o objetivo de cumprir três mandados de prisão por homicídio. Leonardo da Silva Costa, o “Tatu”; Gabriel Reis Pinheiro, conhecido como “Gabriel G3” e Jean dos Santos Francisco, o “Jean Parrudo” não foram localizados pelas equipes do 25º BPM e da 126ª DP. Os três já são considerados foragidos pela polícia. Mais de 50 homens, liderados pela delegada Flávia Monteiro e pelo tenente coronel Ruy França, integraram a operação, que realizou buscas em várias casas do bairro. Num dos imóveis, onde provavelmente Tatu estaria, foram recolhidos um colete à prova de balas, uma farda da Polícia Militar e documentos de identificação pessoal, como certidão de nascimento, do acusado, que tem contra ele cerca de 20 homicídios.

O grupo, que é liderado por “Tatu”, também é apontado como autor de um duplo homicídio ocorrido no dia 24 de maio, na Rua Paraná, onde os adolescentes Carlos Tauan da Silva Carvalho e Daniel da Silva Carvalho foram mortos. Os três acusados estavam acompanhados de Paulo Ricardo Linhares de Souza, o “Paul”, preso na Cadeia Pública Pedro Melo da Silva, que prestou depoimento para auxiliar na identificação dos autores. Um outro crime praticado pelos acusados aconteceu no dia 12 de junho na Rua Sergipe, onde Moisés dos Santos Matias foi assassinado a tiros em plena luz do dia. Tatu é responsável por mais de 20 homicídios na localidade. 

Segundo a delegada Flavia Monteiro é importante que os foragidos não continuem soltos e por isso ela solicita ajuda da sociedade.

- A população não precisa ter medo de colaborar e dar informações sobre a localização destes criminosos. Por meio do Disque-Denúncia as pessoas não precisam se identificar – reforçou a titular.

Flavia Monteiro ressaltou que o trabalho de inteligência e investigação realizado pela sua equipe é muito amplo:
- É uma investigação globalizada e complexa. Temos que reunir várias provas testemunhais para chegarmos a determinados procedimentos. É um trabalho árduo, meticuloso, mas não vamos parar de agir – completou a delegada.