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Arraial do Cabo

Uso da Reserva Estrativista Cabista é polêmica

Limitação de passageiros para passeios de barco é principal fator de divergência

10 setembro 2015 - 09h57

NICIA CARVALHO

 

Se depender dos operadores de passeios de barco em Arraial do Cabo, parece longe um en­tendimento que privilegie a pre­servação da Reserva Extrativista (Resex) do município, criada em 1997. Os principais motivos que vêm gerando polêmica são os valores cobrados pelas embarca­ções e a capacidade de carga de cada uma delas. A implantação de Bilheteria Única é apontada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela re­serva cabista, como uma possí­vel alternativa ao embate.

– É uma possibilidade o ICM­bio administrar a bilheteria até porque já gerimos a reserva. Mas, assim como a discussão sobre o Plano de Manejo, a im­plantação requer debate e deter­minação de que tipos de produ­tos turísticos fariam parte desse sistema. Minha atribuição é gerir o mar, não tenho autonomia para interferir nas vendas de passeios de bacos que acontecem na rua, por exemplo – explicou Viviane Pacheco Lasmar, chefe do ICM­Bio na Região dos Lagos.

Segundo ela, o objetivo é a preservação do meio ambiente e da pesca artesaal de Arraial.

                                      

Por outro lado, proprietários de barcos maiores que tem ca­pacidade de transportar até 160 passageiros, por exemplo, criti­cam proposta de limitar em até 60 pessoas por embarcação. É o caso de Eloy Arruda, presidente da Associação de Turismo Náu­tico de Arraial do Cabo (Atur­nac) e dono da agência Arraial­Tur que possui um barco para 118 passageiros e outro de 116, e de Roberto Júnior, proprietá­rio da agência Piratas do Caribe, com dois barcos, sendo um de 120 passageiros e outro de 119.

– Eles (donos de barcos me­nores) querem divisão de mer­cado. São informais que querem tirar de quem é formal, empre­ga, paga imposto. A causa deles não é motivada pela preservação da reserva ou do meio ambiente ou do mar. É apenas motivação política. Se fosse ambiental a mudança seria para todos e não apenas para os donos de barcos grandes – disparou Eloy.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa desta quinta-feira (10)

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