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consercaf

Sindicato denuncia Comsercaf  por falta de condições de trabalho 

A ausência de equipamentos de proteção é uma das queixas

22 maio 2014 - 11h02
O Sindicato dos Servidores Municipais de Cabo Frio formalizou ontem pela manhã denúncia na Delegacia do Trabalho de Cabo Frio contra a Comsercaf. A queixa se refere à falta de condições dos funcionários da autarquia de exercerem suas funções. Presidente do sindicato, Olney Vianna, afirma ter sido agredido e ameaçado na subsecretaria de São Cristóvão, conforme antecipou ontem a Folha dos Lagos.
– O perigo é grande. A Comsercaf coloca os coletores para trabalhar em caminhões de car-roceria. O correto seria de prensa. Já solicitamos diversas vezes e até agora nada – diz Olney.
Entre a falta de condições encontradas pelos servidores, o sindicato  listou para a Delegacia do Trabalho a situação da empresa interposta de mão de obra, a falta de equipamentos de proteção individual – como óculos, luvas e botas, itens aprovados pelo Inmetro e pelo próprio Ministério do Trabalho –, comprovação de assinatura da carteira, falta de refeitório e vestiário. A relação inclui também a precariedade de higiene, com um banheiro para mais de 500 funcionários e, ainda, que alguns setores da limpeza urbana não tem  vaso sanitário e onde tem, não funciona.
Agressão  - Ontem pela manhã, o sindicato se reuniu com os coletores no refeitório da Divisão de Serviços Urbano (DSU) da Comsercaf para panfletagem e, mais uma vez, o encontro foi tumultuado. Segundo Olney Vianna, os encarregados de turma que o agrediram na semana passada  apareceram na reunião e fizeram novas agressões verbais e ofensas. Tentaram, aos gritos, impedir que os servidores fossem orientados pelo sindicato.
– Os servidores ficaram para ouvir o que tínhamos a dizer. E todos foram contra a postura da Comsercaf de impedir o sindicato de falar – contou Olney.
Ela acusa o diretor de serviços urbanos, Alexandre Santana, de ter sido omisso na confusão. Um ofício foi encaminhado para a direção da autarquia solicitando que os encarrregados – funcionários comissionados – não participassem do encontro.
– Não adiantou, pelo contrário. O Alexandre mandou eles irem para a reunião e a confusão foi armada – reclamou.
No encontro, o sindicato também orientava os coletores sobre a diferença salarial a receber, na próxima sexta-feira, pelo Plano de Cargos,  Carreiras e Salários (PCCS). O pagamento foi feito em acordo coletivo registrado em ata do sindicato.
– Caso não recebam deve haver paralisação de advertência. Será decidido na assembleia do dia 26 – concluiu.