Assine Já
quarta, 24 de fevereiro de 2021
São Paulo
39ºmax
24ºmin
Tropical
Tropical mobile
TEMPO REAL Confirmados: 26207 Óbitos: 900
Confirmados Óbitos
Araruama 6686 181
Armação dos Búzios 3181 32
Arraial do Cabo 844 37
Cabo Frio 7163 342
Iguaba Grande 2472 54
São Pedro da Aldeia 3486 126
Saquarema 2375 128
Últimas notícias sobre a COVID-19
Categoria

Servidores realizam ato em frente à Secretaria de Educação de Cabo Frio

Categoria fez nova paralisação de 24 horas e se mantém em estado de greve

25 novembro 2015 - 09h57

Depois de alguns dias de tré­gua, os servidores da Educação de Cabo Frio voltaram a pres­sionar o governo municipal, on­tem, desta vez em frente à sede da secretaria, no Centro. O ato reuniu dezenas de funcionários públicos que, mais uma vez rei­vindicaram a adoção de um ca­lendário unificado de pagamen­to, enquanto a prefeitura acenou com a quitação dos salários ape­nas na terceira semana do mês seguinte ao trabalhado.

A pauta é ainda mais extensa e inclui o pagamento do vale-transporte, atrasado há quatro meses; a reinclusão do adicional de insalubridade; enquadramen­to por formação; liberação das aposentadorias e das licenças-prêmio; entre outros pontos.

Enquanto os profissionais da Educação protestavam mais uma vez, as escolas da rede municipal ficaram de portas fechadas pelo nono dia desde que a pauta de reivindicações foi estabelecida.

    

    Foto: Rodrigo Branco/Folha dos Lagos

Apesar disso, de acordo com a diretora de imprensa do Sindica­to dos Profissionais da Educação da Região dos Lagos (Sepe-La­gos), Denise Teixeira, o apoio dos pais dos alunos à causa está sendo irrestrito. Ela criticou al­guns veículos de imprensa que, segundo ela, abordam o assunto de forma ‘tendenciosa’.

– Uma rádio fez uma enque­te entre os pais dos alunos, bem tendenciosa diga-se de passa­gem, mas tivemos o apoio total deles para o nosso movimento – disparou Denise, que rechaçou as críticas de setores ligados ao governo que acusam o movi­mento de ‘político’.

Em tom duro, a sindicalista novamente enfatizou que o go­verno, até o momento, não abriu negociações com a categoria.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa desta quarta-feira (25)