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Sepe Lagos contesta fechamento de escolas em Cabo Frio

Por sua vez, Prefeitura garante vagas para todos os alunos e realocação de servidores

27 janeiro 2017 - 22h56Por Rodrigo Branco | Arquivo Folha
Sepe Lagos contesta fechamento de escolas em Cabo Frio

No ano passado, na antiga gestão, Escola Professora Iara Coutinho chegou até mesmo a ser alugada para turistas em Cabo Frio

A decisão da secretaria de Educação de fechar três escolas da rede municipal, ainda que sob o argumento da redução do custo com alugueis, não está

sendo bem vista pelo Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe Lagos). Em sua defesa, a secretaria garante que haverá vagas para todos os alunos e que os funcionários dos colégios fechados serão realocados em outras unidades. Mas a explicação não convence os representantes da categoria.

– A escola não pode ser vista como um empresa. Se tratam de pessoas. Aluno não é mercadoria para ser produzido. A gente vê com muito pesar o fechamento das escolas, apesar de sabermos da situação financeira da Prefeitura – disse a diretora de imprensa da entidade, Denise Teixeira.

A expectativa do governo é economizar mensalmente R$ 30 mil com a devolução dos imóveis onde ainda funcionam as escolas municipais do Braga,
do Peró e Professora Iara Coutinho (Centro); de dois galpões-depósito e da sede da Secretaria da Educação, esta última a duas quadras da Praia do Forte, em um dos pontos mais valorizados da cidade.

Segundo a pasta, a decisão da entrega dos prédios foi baseada nos locais onde moram os alunos, na quantidade de matrículas e nos espaços físicos ociosos em escolas no entorno dos endereços e que poderiam realocar estudantes e profissionais.

– Todos os alunos serão atendidos e nenhum ficará fora de sala de aula. As dependências desses imóveis não estão em conformidade com o que o Fundeb estabelece como adequado na relação de professor por aluno – informou a secretária Laura Barreto.

O último dia de aulas nos prédios que estão alugados é dia 13 de abril, que marca o encerramento do ano letivo de 2016. As aulas de reposição ainda serão aplicadas nos prédios alugados. A partir do ano letivo de 2017, com previsão de início em 24 de abril, os alunos serão remanejados para outras escolas. Apesar da garantia feita pela secretaria, o destino dos estudantes depende da disponibilidade de vagas na escola da preferência.