Assine Já
sábado, 28 de novembro de 2020
Região dos Lagos
27ºmax
19ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 12084 Óbitos: 539
Confirmados Óbitos
Araruama 2426 118
Armação dos Búzios 1132 16
Arraial do Cabo 427 16
Cabo Frio 3625 181
Iguaba Grande 1129 40
São Pedro da Aldeia 1874 76
Saquarema 1471 92
Últimas notícias sobre a COVID-19
problemas

Seis meses após inauguração, escola Patrícia Azevedo apresenta problemas

Local está fechado desde outubro com infiltrações e fiação eléctrica exposta

23 novembro 2016 - 01h42Por Rodrigo Branco I Foto do leitor
Seis meses após inauguração, escola Patrícia Azevedo apresenta problemas

Inaugurada no fim de março com status de ins­tituição-modelo, a escola Patrícia Azevedo, no Jar­dim Esperança, engrossa a lista das unidades muni­cipais de ensino que estão com as portas fechadas por causa de problemas na in­fraestrutura. O local está fechado para aulas desde outubro por causa de infil­trações em diversas partes do teto. Uma equipe da Prefeitura foi envia­da ontem para fazer o reparo em um dos pontos, mas em outros a estru­tura de gesso ameaça ceder.

Mas os contratempos não se resu­mem a isso. De acordo com a dire­tora da escola, Amanda Gonçalves, os extintores de incêndio estão com a validade vencida e a fiação elé­trica de algumas dependências fica exposta (foto), levando perigo aos alunos e funcionários. Atualmente, apenas os servidores administrativos da secretaria dão expediente no local, no entanto, a precariedade das con­dições ameaça fechar totalmente a unidade até que a situação seja re­solvida.

– Apesar da greve e do quadro reduzido, conseguimos ter aula até outubro, mas depois disso ficou im­possível com essa estrutura. O sen­timento é de impotência. Lutamos muito com a comunidade, que não tinha uma estrutura dessas, que é boa e espaçosa. Conseguimos o es­paço, mas simplesmente não conse­guimos usá-lo – afirma Amanda, há cinco anos à frente da escola, que anteriormente funcionava em imó­veis alugados, como igrejas.

Segundo a diretora de imprensa do Sindicato dos Profissionais da Educação, Denise Teixeira, a escola foi entregue inacabada.

– Foi inaugurada sem condições. A cozinha sequer tinha pia – co­mentou.

Em nota, a Prefeitura afirmou que ainda faltam ‘alguns pequenos ajustes e conclusão de obras’. A pasta informou ainda que a decisão de entregar a unidade ainda com al­gumas pendências foi para ‘dar me­lhor comodidade aos alunos e não atrapalhar o ano letivo’. Por fim, a administração municipal disse que a secretária de Educação Luana Ferreira já se reuniu com a direção e a equipe de engenharia da pasta para acertar os últimos detalhes e em breve a situação estará normali­zada. No entanto, não deu prazo de quando isso acontecerá.

Com o fechamento da escola, es­tão sem aulas 394 alunos, divididos em dois turnos e 18 turmas até o 5º ano do ensino fundamental.