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Reunião no MP sela paz entre Cabo Frio e Arraial do Cabo

Municípios vão dividir atendimento a grávidas até o fim do ano

02 dezembro 2016 - 19h26Por Redação | Foto: Divulgação Saúde AC
Reunião no MP sela paz entre Cabo Frio e Arraial do Cabo

Após dias de relacionamento conturbado, que resultaram em denúncias de omissão de socorro na Justiça, troca de acusações e até ameaça de descredenciamento para tratamento de câncer, Cabo Frio e Arraial do Cabo selaram a paz no começo da noite desta sexta-feira (2). Em reunião realizada no Ministério Público, o secretário de Saúde de Arraial, Gilberto Freitas da Costa, e de Cabo Frio, Rosane Tito chegaram a um acordo para o atendimento a gestantes nos dois municípios. Nas presença da promotora de Justiça Vânia Cirne e da diretora do Hospital de Arraial, Cenir Amorim, os representantes dos dois municípios resolveram dividir, em catáter emergencial, o atendimento no setor de obstetrícia durante o mês de dezembro.

Enquanto o Hospital da Mulher, no Braga, realizará partos e atendimentos às terças, quintas, sextas e sábados; o Hospital Geral de Arraial ficará responsável pelo trabalho às segundas, quartas e domingos alternados. Nos próximos dias 4 (este domingo), 18 e 1º de janeiro, o Hospital da Mulher não realizará o atendimento, mas ficará responsével pelo transporte de ambulância para a cidade vizinha. Nos outros domingos (11 e 25), a unidade do Braga funcionará normalmente. A secretária Rosane Tito se comprometeu a colocar quadro completo no Hospital da Mulher nos principais dias de atendimento.

Satisfeito com o resultado da reunião, o secretário Gilberto Freitas da Costa negou que houvesse mal estar entre as cidades.

– Na verdade, nunca houve guerra. Se houve, foi pela Saúde. Foi celebrada a união para que nesse final de temporada possamos conduzir melhor a parte de obstetrícia – disse.

Na segunda (5), a promotora vai se reunir com o Sindicato dos Profissionais da Saúde de Cabo Frio para encontrar uma solução que não prejudique o atendimento no Hospital da Mulher apesar da greve da categoria. Uma das reclamações da secretária cabofriense é que os servidores respeitavam a lei de greve (de manter trabalhando 30% do quadro), apenas no papel. Na prática, os profissionais permaneciam de braços cruzados dentro do hospital.