Assine Já
quarta, 03 de março de 2021
São Paulo
39ºmax
24ºmin
Tropical
Tropical mobile
TEMPO REAL Confirmados: 26964 Óbitos: 928
Confirmados Óbitos
Araruama 6793 183
Armação dos Búzios 3248 32
Arraial do Cabo 865 38
Cabo Frio 7480 357
Iguaba Grande 2552 58
São Pedro da Aldeia 3575 126
Saquarema 2451 134
Últimas notícias sobre a COVID-19
Médico

Resolução proíbe médicos de tirarem “selfies” com os pacientes

Medida tenta evitar a autopromoção dos médicos

29 setembro 2015 - 11h15

Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que deverá ser publicada no Diário Oficial da União até o fim desta semana, proíbe médicos de publicar na internet “selfies” (autorretratos) com pacientes. A medida faz parte de um pacote que cria regras mais rígidas para evitar a autopromoção de médicos.

Pelas novas regras, os médicos ficam impedidos de participar de anúncios comerciais, mesmo que não sejam de produtos de saúde, como alimentos e artigos de higiene e limpeza.

A partir da nova norma, os médicos estão proibidos também de divulgar autorretratos, imagens ou arquivos de áudio que caracterizem sensacionalismo, autopromoção ou concorrência desleal. Esta vedação é consequência de queixas ao Conselho. Há casos de médicos que já postaram em seus perfis fotos de procedimentos cirúrgicos que expunham os próprios pacientes. As

“selfies” foram vetadas também após a constatação de que um grande número de médicos estava postando fotos de pacientes em redes sociais sem seu consentimento.

A nova resolução impede ainda que os profissionais de divulguem endereço e telefone de consultórios e clínicas em todas as redes sociais e aplicativos de conversas on-line. Também é vedada a divulgação de imagens de pacientes para promover o sucesso de uma intervenção médica, por exemplo, os chamados “antes e depois”. Outra regra diz que os médicos também não poderão consultar ou prescrever medicamentos à distância.

Os médicos que desrespeitarem a norma podem ser submetidos a investigações que acarretar desde advertência até suspensão da licença para trabalhar.

 

Fonte: O Dia