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Redução de salário

Redução de salários vista com maus olhos

Para especialistas, medida fragiliza relações de trabalho e pode afetar o consumo

09 julho 2015 - 10h13

RODRIGO BRANCO

Anunciado pela presidente Dilma Rousseff (PT) no início da semana como medida para tentar conter o desemprego, que em maio foi de 6,7%, a maior em cinco anos segundo o IBGE, o Plano de Proteção ao Emprego (PPE), de modo geral, foi encarado com reservas por especialistas e trabalhadores.
De acordo com a medida provisória, os empregadores podem diminuir em até 30% os salários de seus funcionários, com redução proporcional da jornada de trabalho. Parte das perdas será compensada com recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT), fixando a diminuição salarial em no máximo 15%. O prazo de validade do programa é de até 12 meses.

Para Jaelma Tosta Cardoso, o momento é de cautela, mas a advogada trabalhista alerta que os trabalhadores devem perder o poder de negociação.
– Acho uma medida paliativa.2014A relação entre o patrão e o empregado fica muito fragilizada. Para combater o desemprego é preciso uma medida mais eficaz. Receio muito pelo trabalhador – preocupa-se a advogada.
Para o economista carioca Daniel Soares, a iniciativa do Governo se justifica para um momento de crise econômica como o atual, mas, por conta da baixa popularidade que enfrenta a presidenta, ele condenou a estratégia de divulgação do plano.

*Leia matéria completa na edição desta quinta-feira da Folha.