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Redução

Queda assusta, mas especialista diz que só isso não explica problemas

Redução no repasse dos royalties assusta Cabo Frio e cidades vizinhas

12 novembro 2015 - 09h40Por Rodrigo Branco

Que a crise econômica bra­sileira chegou para valer na re­gião não é nenhuma novidade. Os números não mentem e os repasses dos royalties em fran­ca queda, há meses, assustam Cabo Frio e cidades vizinhas. O último golpe foi o repasse da parcela trimestral de novembro, quando chegaram aos comba­lidos cofres cabofrienses ‘ape­nas’ R$ 3.126.748,33, contra R$ 37.295.100,06, recebidos na cota do mesmo mês, em 2013. Isto significa uma queda de 92% em dois anos.

As parcelas mensais do recur­so também não passaram imu­nes aos problemas na Petrobras e ao declínio no preço do barril de petróleo no mercado inter­nacional. A cota mais recente, recebida no fim de outubro, foi de 8.939.109,53, valor 43,7% menor do que o depositado no mesmo mês do ano passado, que foi de R$ 15.876.258,37.

 

Especialista diz que falta transparência

Em que pese o impacto na economia que representa a per­das dos recursos, a alegação de que apenas isso justifica os problemas da cidade não é to­talmente verdadeira. Isso é o que diz o economista Leandro Cunha, que publica coluna na Folha às sextas-feiras. O espe­cialista defende ainda a abertura das contas da prefeitura para que se saiba com exatidão o impacto da queda dos royalties e das me­didas de contenção de despesas já tomadas no caixa municipal.

– Macaé e Rio das Ostras pas­saram pelo mesmo problema e conseguiram se ajustar. A coisa está mal explicada e não fica cla­ro para a população. A sensação que dá é que houve má gestão dos recursos e as medidas neces­sárias não foram tomadas – diz.

 

*Leia a matéria completa na edição impressa desta quinta-feira (12)