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Protesto

Protesto continua, agora na praça

22 janeiro 2016 - 11h38
Protesto continua, agora na praça

Gabriel Tinoco

O segundo e último dia de ocupação de servidores da Educação na Prefeitura de Cabo Frio foi marcado por calor, fome e muita indignação. Pela manhã, o governo implementou esquema de ‘ninguém entra e ninguém sai’, o que fez com que os manifestantes ficassem trancafiados no prédio durante horas. Além disso, a luz foi cortada e o expediente, cancelado. No fim da tarde, a Prefeitura conseguiu liminar judicial ordenando a saída dos ocupadores, o que fez com que os manifestantes decidissem mudar o acampamento para a frente do prédio, onde farão vigília até que o salário de dezembro e o 13º sejam de fato pagos de forma integral. O protesto continua, mas agora do lado de fora da sede do governo.

– No dia 21 de janeiro, não recebi meu pagamento. Não só eu como um monte de servidores. Mas existem mais pautas: por exemplo, a questão do nosso 1/3 de férias, enquadramento e também as aposentadorias. Sairemos daqui apenas com o 13º negociado com integralidade e o pagamento de dezembro – disse a professora Denize Alvarenga.

Em resposta, o secretário de Comunicação, Sergio Santa Roza, afirmou que, “diante do quadro atual, com as receitas dos royalties de petróleo em queda livre, a Prefeitura paga na medida em que as verbas estaduais e federais são repassadas ao município”.
O começo do dia no acampamento escancarou o cansaço dos manifestantes, por conta da noite passada em colchões no chão da Prefeitura. Anteontem, eles haviam recebido mantimentos dos colegas, que eram suspensos até uma janela aberta no segundo andar. Mas, ontem, até o fornecimento de alimentos precisou ser interrompido, por ordem do governo municipal.

*Leia matéria completa na edição impressa da Folha desta sexta-feira (22).