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LOA

Proposta da LOA em Cabo Frio é vista com ressalvas

Sociedade civil critica redução em áreas essenciais como saúde

07 janeiro 2016 - 09h57
Proposta da LOA em Cabo Frio é vista com ressalvas

Nicia Carvalho

Em meio ao estilo “empurra com a barriga” adotado pela Câmara Municipal de Vereadores de Cabo Frio sobre a demora na votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), representantes da sociedade civil veem com dúvidas o orçamento apresentado pelo governo municipal. Apesar de haver redução geral de pouco mais de R$ 127 milhões, causam insatisfação os cortes em áreas consideradas essenciais, como principalmente a Saúde. A pasta, que no ano passado recebeu R$ 212.212.337,62 milhões, este ano tem proposta de R$ 184.410.725,19 milhões. Uma queda de pouco mais de 20%.

Na proposta do Executivo houve redução de recursos em 11 secretarias, além da folha de pagamento e da Câmara Municipal. Para Leandro Cunha, administrador e mestre em economia empresarial, além dos cortes em áreas fundamentais da proposta orçamentária refletirem falta de prioridade do governo para com com estes setores, o percentual de redução é considerado alto. A falta de redirecionamento das verbas cortadas é vista como outro problema no orçamento.– Se fossem prioritárias, qualquer governo faria todo o esforço para manter os valores. O percentual é alto para um serviço que já é precário. Além disso, percebo falta de direcionamento do governo quanto a aplicação dos cortes. Ele foi afetado, mas o que vai fazer com esta redução? O que pretende no futuro? – questionou.

Cunha explicou ainda que na segurança pública há atuação da Polícia Militar, mas que em relação ao governo a Guarda Municipal fica restrita a aplicar multas enquanto peca na manutenção da ordem pública. Exemplo são os inúmeros carros estacionados irregularmente pela cidade, assim como estacionamento dos dois lados da calçada em ruas com vias de mão dupla.

*Leia matéria completa na edição desta quinta-feira (07).