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CAUSOU COMOÇÃO

Prefeitura de Búzios decide não mexer em árvore derrubada pela força do vento no Mangue de Pedra

Secretaria do Ambiente avaliou que tentativa de reerguê-la poderia causar rompimento das raízes

24 abril 2021 - 14h00Por Redação

Durante a semana, mais precisamente na noite do dia 19 para o dia 20 de abril, uma espécie da árvore Avicennia Schaueriana, popularmente conhecida como Mangue Preto, foi derrubada pelos fortes ventos ocorridos naquela noite. O local é um tradicional porto de pescadores da Rasa, bem no início da primeira praia da entrada de Búzios para quem chega pela RJ 102.

A queda causou comoção entre os moradores e defensores da natureza buziana, que postaram nas redes sociais várias fotos do local, em diversos momentos daquela bela paisagem. No dia seguinte, duas equipes da prefeitura de Búzios, Secretaria do Ambiente, Pesca e Urbanismo (Evanildo Nascimento) e Secretaria de Serviços Públicos (Marcus Valerius) estiveram no local e fizeram uma avaliação sobre o ocorrido.

 ¨Por se tratar de uma espécie antiga (cerca de 70 anos), verificou-se que as raízes já estavam em avançado estado de apodrecimento, o que levou a constatar que qualquer tentativa de reerguê-la causaria ainda mais impacto do que deixa-la como a natureza a colocou. A tentativa de levanta-la poderia causar o rompimento das raízes que permaneceram e que ainda garantem a sobrevivência da mesma. Ocorre que esse tipo de espécie, quando cai, ainda serve de substrato para que as jovens mudas cresçam. Lá foram encontradas algumas plântulas (indivíduos jovens) que carregam o DNA da velha árvore¨, concluiu o secretário e biólogo Evanildo.

Após duas visitas, uma com maré alta e outra na baixa, as equipes acompanharam o parecer da secretaria do Ambiente, Pesca e Urbanismo, por seus biólogos, decidindo deixa-la como está, e não mudar o curso da natureza no local. Segundo a Prefeitura, as pessoas não devem mexer na árvore, ou retirar galhos, nem fazer qualquer intervenção sem autorização, pois se trata área de preservação permanente.

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