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eleições

Planos de governo em Cabo Frio não apresentam grandes novidades

Propostas dos candidatos trazem curiosidades e promessas genéricas

20 setembro 2016 - 20h25Por Rodrigo Branco I Departamento de Arte
Planos de governo em Cabo Frio não apresentam grandes novidades

No papel, é como colocar Cabo Frio em um patamar semelhante a uma próspera cidade europeia ou dos Estados Unidos em escassos quatro anos, isso descontando-se o fato da cidade viver uma crise econômica e administrativa sem precedentes.
Mas nesse último ponto, para ser justo, os planos de governo dos candidatos a prefeito da cidade, disponíveis no site do TSE até que fazem os necessários parênteses. O de Adriano Moreno (Rede), por exemplo, chega a estimar que as dívidas serão de R$ 250 milhões no início do próximo mandato.


Nada disso, contudo, inibiu os postulantes ao cargo máximo do município de traçar metas ousadas para o próximo quadriênio, mas quase sempre de forma genérica, sem detalhes de como a conta vai fechar.


Isso sem contar com o fetiche unânime pelo sonhado Centro de Convenções, visto como tábua de salvação para o Turismo. Mas, apesar das dificuldades, no plano de voo dos prefeitáveis tem espaço para central de monitoramento 24 horas, cadeiras anfíbias nas praias e até a construção de uma arena de futebol para mais de 30 mil lugares.


Confira a seguir um apanhado do que há de mais curioso nos documentos que, pelo menos em tese, vão orientar o governo do próximo prefeito de Cabo Frio. Apenas o de Paulo César (PSDB) não consta como registrado no TSE, segundo o candidato por falha do TRE, que não teria repassado o documento.

 

Carlão (PHS)

Desconhecido de grande parte da população até a atual campanha, ele dedica a primeira parte das 46 páginas do seu plano de governo a apresentar sua biografia. Na Educação, chama a atenção as proposta para municipalizar os CIEPs. Apesar da crise e do alto investimento necessário, acena com a construção de um estádio  de futebol com capacidade para mais de 30 mil pessoas.

MARQUINHO (PMDB)

Com um plano apenas 21 páginas, o ex-prefeito pouco foge às generalidades. Entre iniciativas mais específicas, mas nem tão originais assim, estão a criação do Portal do Investidor e a transformação de Cabo Frio em ‘Smart City’, com iluminação LED e monitoramento eletrônico. O peemedebista diz ainda que vai implantar um Central de Processamento de Pescado e Entreposto no Rio São João.

ADRIANO MORENO (REDE)

Optou por um documento mais longo, com 48 páginas, na qual descreve como seria o organograma do governo. Talvez como influência de sua vice, que foi secretária da Melhor Idade, é o que tem o programa mais extenso para o setor, com propostas como a criação da Policlínica do Idoso e do uso de cadeiras anfíbios nas praias para os que tem dificuldade de locomoção. Na segurança pública, aposta em uma Central de Monitoramento 24 horas.

JANIO MENDES (PDT)

É o plano mais longo (68 pág.) e detalhado entre os candidatos.  Na parte inicial, evoca subjetivismos (“Minha primeira providência será resgatar a esperança”), mas não resiste à tentação das promessas envolvendo números: ele pretende abrir três mil novas vagas para a Educação Infantil até 2020.

CLÁUDIO LEITÃO (PSOL)

É o documento mais sucinto, com 16 páginas, escritas em caixa alta. O documento propõe um modelo de administração baseada na ‘participação popular’. Entre as propostas do candidato, estão presentes antigas bandeiras como a municipalização da Ferlagos e a possibilidade de encampar a empresa que detém a concessão de transporte público.