Assine Já
quarta, 14 de abril de 2021
Região dos Lagos
25ºmax
19ºmin
Tropical
Alerj REC
TEMPO REAL Confirmados: 33095 Óbitos: 1213
Confirmados Óbitos
Araruama 8510 265
Armação dos Búzios 4036 51
Arraial do Cabo 1165 60
Cabo Frio 8892 428
Iguaba Grande 3198 78
São Pedro da Aldeia 4482 178
Saquarema 2812 153
Últimas notícias sobre a COVID-19
assédio

Perseguida por homem há oito anos, mulher pede socorro em rede social

Jovem de Rio das Ostras desabafa e diz que é assediada desde os 14 anos

31 agosto 2017 - 10h51Por Redação | Reprodução: Thinkstock
Perseguida por homem há oito anos, mulher pede socorro em rede social

“Há 8 anos venho recebendo ameaças de uma pessoa que mal conheço. Hoje, por não ter outra alternativa, me vi obrigada a me expor”. Com esse pedido de socorro começa o post de uma jovem  de Rio das Ostras, que viralizou nas redes sociais. Segundo ela, o pedido de socorro é por ser perseguida por um homem desde quando tinha 14 anos.  Postada na última terça-feira à noite, o desabafo dela chegava a mais de 7.767 compartilhamentos, mais de 12 mil curtidas e dezenas de comentários até o fechamento desta matéria, por volta das 20h. 

A postagem, seguida de várias cópias de mensagens que o perseguidor teria trocado com a vítima, chama a atenção pelo desespero da jovem. Ela afirmou que já procurou ajuda na delegacia da cidade, onde três ocorrências teriam sido registradas. Segundo o relato, ela teria pedido inclusive Medida Protetiva, mas teria sido informada que não tem direito porque ao caso não se aplica a Lei Maria da Penha.  

Diz o texto: “Tenho medo de sair nas ruas, tenho medo de ir a faculdade, tenho medo de ir para casa, não estou conseguindo estudar, NÃO TENHO PAZ. Recentemente minha mãe e sogra também fizeram registro na delegacia e eu fiz um novo. Pedi medida protetiva, mas na delegacia fui informada que meu caso não se enquadra na Lei Maria da Penha pq nunca tive relações com o autor. Fui ao fórum e ao ministério público e o que me foi passado é que a última ocorrência está na delegacia por motivos de diligência com prazo de 90 dias, que já excedeu há muito tempo e nada é feito... Não sei mais o que fazer, DURMO E ACORDO COM MEDO DE SER MORTA”.

“Que assustador e doentio, meu Deus! Força!”, comentou uma internauta. 

 Procurada pela reportagem, a jovem não respondeu à mensagem até o fechamento da matéria. A delegada titular de Rio das Ostras, Juliana Rattes, também foi procurada pela reportagem para explicar a ação da polícia nestes casos, mas não respondeu.