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dengue

Perigo: Parque Central, Cabo Frio, acumula vários pontos com água parada

Possibilidade de focos do mosquito da dengue preocupa

19 janeiro 2016 - 09h40
Perigo: Parque Central, Cabo Frio, acumula vários pontos com água parada

Enquanto o surto de microcefalia assusta o país e os casos de dengue e zika se multiplicam pelo Rio de Janeiro, vários pontos com água parada se acumulam no Parque Central, em Cabo Frio, preocupando moradores. De todos, destacam-se dois. Na Rua Madagascar, existe uma piscina abandonada no Centro de Referência da Criança e do Adolescente (Cria), que atualmente está fechado. Moradores denunciaram as condições do local à Folha – a água parada é o criadouro ideal para o mosquito transmissor das doenças – e afirmaram que a situação se arrasta há, no mínimo, dois meses. A Vigilância Sanitária, na tarde de ontem, informou que irá enviar agentes para limpar o local.

Outro ponto que preocupa as pessoas que moram no bairro é o enorme terreno em frente ao Hortifrutti, na Avenida Teixeira e Souza, de onde pende o esqueleto de um shopping que seria construído ali. A chuva dos últimos dias fez acumular poças no local, preocupando os vizinhos. No terreno, por sinal, há até um ônibus, com diversas poças de água e lixo espalhado por toda parte. De acordo com Josiane Barbosa, que enviou fotos dos dois locais à reportagem da Folha, os criadouros estão ali há tempos, sem que ninguém tome providência para resolvê-los.

– Nunca fiz nenhuma denúncia, mas essa situação perdura há muito tempo. A piscina está negra de tanto tempo abandonada. E pior: aqui em casa tem uma mosquitada sem fim. Nunca sei quando vou ficar com dengue ou não – disse ela, preocupada.

Segundo a Vigilância Sanitária, algumas providências já foram tomadas no terreno, com aplicação de produtos para eliminar a larva do mosquito. Segundo o órgão público, o veneno colocado nas poças d’água tem o efeito de até dois meses e o prazo ainda não foi vencido.