Assine Já
sexta, 18 de setembro de 2020
Região dos Lagos
30ºmax
18ºmin
Mercado Tropical
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 7483 Óbitos: 397
Confirmados Óbitos
Araruama 1452 99
Armação dos Búzios 466 10
Arraial do Cabo 201 13
Cabo Frio 2467 130
Iguaba Grande 622 34
São Pedro da Aldeia 1153 50
Saquarema 1122 61
Últimas notícias sobre a COVID-19
dengue

Perigo: Parque Central, Cabo Frio, acumula vários pontos com água parada

Possibilidade de focos do mosquito da dengue preocupa

19 janeiro 2016 - 09h40
Perigo: Parque Central, Cabo Frio, acumula vários pontos com água parada

Enquanto o surto de microcefalia assusta o país e os casos de dengue e zika se multiplicam pelo Rio de Janeiro, vários pontos com água parada se acumulam no Parque Central, em Cabo Frio, preocupando moradores. De todos, destacam-se dois. Na Rua Madagascar, existe uma piscina abandonada no Centro de Referência da Criança e do Adolescente (Cria), que atualmente está fechado. Moradores denunciaram as condições do local à Folha – a água parada é o criadouro ideal para o mosquito transmissor das doenças – e afirmaram que a situação se arrasta há, no mínimo, dois meses. A Vigilância Sanitária, na tarde de ontem, informou que irá enviar agentes para limpar o local.

Outro ponto que preocupa as pessoas que moram no bairro é o enorme terreno em frente ao Hortifrutti, na Avenida Teixeira e Souza, de onde pende o esqueleto de um shopping que seria construído ali. A chuva dos últimos dias fez acumular poças no local, preocupando os vizinhos. No terreno, por sinal, há até um ônibus, com diversas poças de água e lixo espalhado por toda parte. De acordo com Josiane Barbosa, que enviou fotos dos dois locais à reportagem da Folha, os criadouros estão ali há tempos, sem que ninguém tome providência para resolvê-los.

– Nunca fiz nenhuma denúncia, mas essa situação perdura há muito tempo. A piscina está negra de tanto tempo abandonada. E pior: aqui em casa tem uma mosquitada sem fim. Nunca sei quando vou ficar com dengue ou não – disse ela, preocupada.

Segundo a Vigilância Sanitária, algumas providências já foram tomadas no terreno, com aplicação de produtos para eliminar a larva do mosquito. Segundo o órgão público, o veneno colocado nas poças d’água tem o efeito de até dois meses e o prazo ainda não foi vencido.