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Cabo Frio

​Perícia indica que restos mortais não são de vigias

Os corpos de ambos estão desaparecidos desde a noite de 27 de julho

27 setembro 2019 - 20h19

Um exame de DNA feito pelo Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense (IPPGF) apontou que os restos mortais encontrados durante a Operação Toxicity, no último dia 7 de agosto, não são dos vigias Elder Henrique de Moura e Luiz Paulo França. 

Os restos mortais foram encaminhados para o laboratório, no Rio, juntamente com material genético dos irmãos das vítimas. 


Os corpos de ambos estão desaparecidos desde a noite de 27 de julho, quando foram sequestrados, torturados, roubados e mortos por criminosos da Favela do Lixo, no bairro Manoel Corrêa, em Cabo Frio. Um terceiro vigia, conseguiu  fugir da sessão de tortura e sobreviveu.

 De acordo com o titular da 126ª DP  (Cabo Frio), delegado Sérgio Caldas, as diligências vão continuar para  tentar encontrar os restos mortais de Elder e Luiz Paulo.

– Esse compromisso dos policias civis e militares de Cabo Frio, além dos Bombeiros militares, é um símbolo de respeito aos familiares das vítimas, além de nosso dever funcional – declarou.

Até o momento, seis suspeitos de envolvimento com os crimes foram presos.  

Crime bárbaro – Os três rapazes sequestrados são do Espírito Santo e estavam há pouco tempo em Cabo Frio. Eles ofereciam serviço de guarda noturno comunitário não armado. Por volta das 23h30 de 27 de julho, eles foram abordados no bairro Guarani e levados para um local nas proximidades do bairro Manoel Corrêa, onde foram torturados por horas.

Segundo a Polícia Civil, o trio foi confundido com milicianos pelos criminosos locais. Um dos sequestrados conseguiu fugir até a Vila do Sol, onde vagou até conseguir apoio policial. Em relato aos policiais, o rapaz disse que ele e os colegas foram obrigados a cavar a própria cova. 

 

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