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Patrulha

Patrulha online dá bom retorno

Grupos de WhatsApp têm sido de grande auxílio para a polícia em Cabo Frio

04 abril 2017 - 06h40Por Gabriel Tinoco | Foto: Arquivo Folha
Patrulha online dá bom retorno

 O comandante do 25º BPM (Cabo Frio), André Henrique Oliveira, está alerta ao barulhi­nho do WhatsApp ou aos grupos do Facebook. De acordo com o coronel, as ferramentas têm sido de grande utilidade na prisão de criminosos e na aproximação da população com a tropa.

O tenente-coronel nem reluta em dizer quem é a grande incen­tivadora do contato pelas redes sociais: a presidente do Conse­lho Comunitário de Segurança (CCS), Patrícia Cardinot.

– Aqui no batalhão o uso das redes sociais e do WhatsApp já vem desde o coronel Ruy Fran­ça. A gente deu continuidade ao trabalho e aprimorou o sistema. A Patrícia Cardinot é a grande entusiasta desse processo. Ela só permite que falem sobre se­gurança nos grupos do WhatsA­pp: com opiniões, sugestões e informações. A Patrícia não dei­xa que fiquem perdendo tempo – afirma o comandante.

Na telinha do celular, a presi­dente não perde o foco quando o assunto é segurança pública. Nos grupos do CCS, a regra é rí­gida – bom para a polícia e, cla­ro, para toda a comunidade.

– Os grupos estão cheios de normas. Não perdemos tempo com coisas fúteis como “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”. Lá são feitos pedidos de socor­ro e de mais segurança. Esses grupos foram criados voltados aos empresários da cidade. As denúncias são feitas de for­ma privada e são detalha­das no inbox. De lá para cá, tivemos um resultado positivo – diz Patrícia. Segundo ela, o grupo tem mil e uma utilidades. Patrícia ressal­ta que as autoridades de segu­rança não são as únicas a ocupar o WhatsApp do CCS.

– Estão no grupo o coordena­dor de Ordem Pública, o novo delegado, o secretário de Meio Ambiente... Se alguém tem al­guma denúncia para fazer, essas autoridades estão todas reunidas no grupo – comenta.

Sem descartar a importância das novas ferramentas digitais, o comandante lembra, no entanto, que as emergências devem ser encaminhadas pelo 190.

– O WhatsApp é um meio de trocar informações e até mesmo estar mais próximo da popula­ção. Ouvir sugestões e reclama­ções. Dá para saber como está a questão da criminalidade tam­bém. Não pode é ser um canal de chamadas de emergência. In­sisto: a emergência tem que ser passada através do contato te­lefônico (190). Isso porque não estaremos olhando o WhatsApp 24 horas – alerta.