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Outono será de menos chuvas do que o normal

Outono será de menos chuvas do que o normal

Últimas chuvas de verão devem ocorrer neste fim de semana, de acordo com CPTEC

11 março 2016 - 10h17
Outono será de menos chuvas do que o normal

Para quem gosta de sol e praia a notícia é boa, mas quem está atrás de um clima mais parecido com o de montanha pode se decepcionar: as prometidas “águas de março”, como diz a canção, não virão este ano com a costumeira força. Na verdade, as últimas chuvas de verão, temporais fortes e de curta duração, acontecem neste fim de semana em quase todo o Estado do Rio, especialmente nas regiões Serrana, dos Lagos e Costa Verde, além de São Paulo. A informação é do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).

– A partir da próxima sexta e em boa parte do fim de semana, uma zona de convergência de umidade na Região Sudeste, inclusive na Região dos Lagos, provoca o que se pode chamar de última chuva de verão do período. Só no Norte do estado que não. Esse cenário deve persistir até meados da próxima semana – avaliou Luiz souza, meteorologista do CEPTEC. Segundo ele, apesar da chuva, a temperatura segue elevada e a instabilidade, assim como o calor, durará até o meio da próxima semana.

Sem as famosas chuvas características do período, que costumam aliviar as altas temperaturas e prenunciar o clima mais ameno, a tendência para o restante de março é de que ocorram chuvas abaixo da média entre os dias 16 e 22. A quantidade deve oscilar na casa dos 30 milímetros quando o normal seria 55mm. O Hemisfério Sul entra oficialmente no outono no dia 20 de março, à 1h30, pelo horário de Brasília.

– Essa diminuição do volume de chuva é atribuído a sistema de alta pressão que inibe a presença de chuva – explicou.

Outono – O fenômeno El Niño, que vem influenciando o clima global desde o inverno de 2015 e continua interferindo na chuva, nos ventos e na temperatura em muitas regiões do planeta, começa a perder intensidade neste fim de verão. O ciclo de vida normal de um El Niño se estende, em geral, por 9 a 12 meses. Para o Hemisfério Sul, o ponto máximo do fenômeno ocorre normalmente durante o verão. O fenômeno deste biênio continua perdendo força no decorrer do outono deste ano, mas entra para a história climática do planeta como um dos três El Niños mais fortes já monitorados pelos meteorologistas. No entanto, apesar do prognóstico dos últimos anos, a projeção para o inverno de 2016 é que seja com as características próximas do padrão médio normal, sem interefência no oceano Pacífico Equatorial por conta de El Niño ou La Niña.