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O verão que não acaba

Previsão do tempo registra leve queda de temperatura ainda esta semana

11 abril 2017 - 09h45
O verão que não acaba

O verão chegou ao fim em março, mas ainda não se despediu dos cabo­frienses. O termômetro instalado no centro da ci­dade têm marcado tempe­raturas que muitas vezes beiram ou ultrapassam a marca dos 30°C., mesmo depois das 18h. A sensa­ção é de que o verão está teimando em ficar.

O meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáti­cos (CPTEC), Diogo Arse­go, atribui o calor a uma circulação anticiclônica em toda Região Sudeste.

– A transição do verão, tanto no outono quanto na primavera, são caracteri­zadas por períodos com o tempo mais seco. Nos últimos dias, a gente tem um padrão de tempo mais seco sob o sudeste, com instabilidade concentra­da no sul do continente: Argentina, Paraguai, Rio Grande do Sul e Uruguai. Na Região Sudeste, há um predomínio de circulação anticiclônica, que dificulta a nebulosidade e auxilia o aquecimento na superfície – explica.

Mas, para o meteorolo­gista, a onda de calor está perto de acabar.

– Na quarta ou na quin­ta, está previsto o avanço de um sistema frontal pelo oceano. Ele deve trazer au­mento da nebulosidade com pancadas de chuvas mais generalizadas. Por conta disso, haverá queda na tem­peratura – completa.

Calor aquece as vendas – O outono é a nova esta­ção, mas as lojas de roupas de praia permanecem com ótima saída. O veranico de outono, por exemplo, tem colaborado para o bom movimento da vendedora Valéria Mello, 54, da Art e Biquini.

– Quando o sol começa a aparecer o movimento fica bom. Está ajudando muito. Acredito que o fa­turamento tenha aumen­tado em 30% por causa disso – diz.

Quem também vê a pro­cura por roupas de praia aumentar é a vendedora da Toccare, Isabelle Corrêa, de 20 anos, que torce para que o calor permaneça por mais tempo.

– As pessoas procuram muito biquíni aqui na loja. Falam que está calor, que é hora de praia. No fim de semana é quando o movimento fica melhor ainda.

Com tanto calor, a venda da água de coco também aumentou. Na Praia do Forte, na manhã de ontem, a bebida era a mais presente nas mesas dos clientes.

– Quero me refrescar e a água de coco é uma boa em qualquer lugar, ainda mais na praia – comenta Yasmin Silveira, estudante de 13 anos.

– Estamos vendendo entre 40 e 50 cocos diariamente– disse, otimista, o vendedor Matheus Soares, 18 anos, do Point do Moysés.