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Novalcalis pede suspensão de leilões de terras da companhia

Presidente da massa falida diz que preços estão subvalorizados

10 junho 2015 - 09h00Por Nicia Carvalho
Novalcalis pede suspensão de leilões de terras da companhia

 

Nicia Carvalho

 

O presidente da Novalcalis, Thiago Brasil, protocolou ontem petição na Comarca de Arraial do Cabo e na 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro pedindo suspensão do leilão das terras da Álcalis, proposto pela Petrobras, que está marcada para acontecer em primeira chamada no dia 16, às 14h, e a segunda no dia 29, no mesmo horário. O motivo seria o valor das áreas, que está abaixo do preço de mercado.
– Sou totalmente contra o leilão da forma como está sendo feito, pelo valor venal do IPTU e sem avaliação. Temos diversos laudos de avaliação que comprovam a inviabilidade da medida. Nossa administração vem saldando dívidas através dos leilões, com valor de mercado e sem prejuízo para a empresa. No atual processo acontece o inverso – disparou Thiago.
Segundo ele, a Justiça deve emitir uma decisão até o fim da semana. Embora alguns advogados afirmem que as áreas somem cerca de dois milhões de metros quadrados, o presidente da Novalcalis fala em quatro milhões. Sobre os valores, o terreno 2-H, por exemplo, que está indo a leilão por pouco mais de R$ 336 mil, pelos laudos foram avaliados em pouco mais de R$ 88 milhões.
– Todas as terras encontram-se na mesma situação de subvalorização. Percebemos essa falha e a Justiça do Rio, por um equívoco, determinou o leilão pelo valor venal. Acredito que até o fim da semana saia decisão – apostou o presidente.
Desde janeiro do ano passado foram feitos cerca de três leilões para quitação de dívidas trabalhistas, como FGTS e rescisões. De acordo com Thiago Brasil, no último leilão, em meados de 2014, foram pagos cerca de R$ 70 milhões referente ao processo 189/2006 sobre a área 2-F.

 

*Matéria completa na edição impressa desta quarta.