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Adriano

No ranking da eficiência, Adriano desbanca demais candidatos em Cabo Frio

Com mais de 23 mil votos e R$ 62 mil de orçamento, candidato do Rede investiu R$2,68 por voto

06 outubro 2016 - 01h30Por Rodrigo Branco I Foto: Gabriel Tinoco
No ranking da eficiência, Adriano desbanca demais candidatos em Cabo Frio

O último dia para prestação de contas é 1º de novembro, mas já é possível ter uma boa noção de quais candidatos a prefeito de Cabo Frio empregaram melhor os recursos recebidos durante a campanha eleitoral deste ano.

Se, no resultado oficial, a Jus­tiça ainda vai definir o destino da cidade para os próximos qua­tro anos, no quesito custo-bene­fício, não restam dúvidas de que o Adriano Moreno, da Rede Sus­tentabilidade, levou a melhor.

Com uma campanha modes­ta para os padrões de disputas majoritárias, Adriano arrecadou, segundo o site do Tribunal Su­perior Eleitoral, a quantia de R$ 62.655,50. Como saiu das urnas com 23.287 votos, ele investiu R$ 2,68 por cada voto recebido, a menor quantia entre todos os prefeitáveis.

Um investimento em si mes­mo, diga-se de passagem, uma vez que, segundo matéria publi­cada na edição do último dia 28 de setembro, o maior doador de sua campanha foi o próprio mé­dico ortopedista, que também cumpre mandato de vereador. Entre as despesas, predomina­ram os gastos com a produção dos programas de TV e com ma­terial impresso.

Apesar de o resultado de do­mingo não ter sido o espera­do, Cláudio Leitão (PSOL) é quem ocupa o segundo lugar no ranking da eficiência na aplica­ção dos recursos de campanha. Contando com o trabalho volun­tário da militância, o socialista gastou R$ 8.904,09, boa parte saídos do próprio bolso, para amealhar 2.728 votos. Na mé­dia, foram R$ 3,26 gastos por voto recebido.

Marquinho Mendes (PMDB), cuja vitória nas urnas está ‘sub judice’, gastou quase R$ 313 mil, a maior parte com pessoal e produção do programa eleitoral, para conseguir, no fim das con­tas, 44.161 votos. Isso represen­ta R$ 7,08 por voto conquistado.

 Se não foram bem-sucedi­dos do ponto de vista eleito­ral, Janio (PDT) e Paulo César (PSDB) também ficam marca­dos por terem feitos campanhas dispendiosas e ineficazes. O tu­cano, que até o último balanço financeiro amarga um déficit de R$ 191 mil nas contas, obteve 13.102 votos ao custo de mais de R$ 205 mil, o que significou ‘desembolsar’ R$ 15,69 por su­frágio conseguido.

O pedetista, contudo, ocupa a lanterna entre os prefeitáveis na relação gasto x desempenho. Seus decepcionantes 18.851 vo­tos ‘saíram’ a mais de R$ 305 mil, ou seja, R$ 16,23 gastos por cada voto obtido. Boa parte des­ses recursos foram empregados com uma massiva propaganda na TV, rádio e carros de som.

A movimentação financei­ra de Carlos Augusto Felipe (PHS) não está disponível no site do TSE.