Assine Já
sábado, 16 de outubro de 2021
Região dos Lagos
26ºmax
21ºmin
TEMPO REAL Confirmados: 52181 Óbitos: 2123
Confirmados Óbitos
Araruama 12321 438
Armação dos Búzios 6500 72
Arraial do Cabo 1720 92
Cabo Frio 14677 858
Iguaba Grande 5464 140
São Pedro da Aldeia 6968 288
Saquarema 4531 235
Últimas notícias sobre a COVID-19
IMPACTO AMBIENTAL

MPF e Meio Ambiente de Búzios vistoriam local de encalhe da baleia na praia de Geribá

Procurador da República foi conferir as providências adotadas pela prefeitura em relação à carcaça do animal

24 novembro 2020 - 20h37Por Redação

A pedido do Ministério Público Federal, a Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Búzios acompanhou a vistoria realizada pelo procurador Leandro Mitidieri nesta terça-feira (24), ao local de encalhe da baleia jubarte, ocorrido no último dia 31, na praia de Geribá. O MPF foi conferir as providências adotadas pela prefeitura em relação à carcaça da baleia.

Medindo 11 metros de comprimento e pesando entre 25 e 30 toneladas, a baleia trazida pelas correntes marinhas, já chegou em adiantado estado de decomposição e não pode ser removida, sendo enterrada na areia da praia, em profundidade segura. O secretário de Meio Ambiente e Pesca, Fernando Savino explicou ao procurador que todo o trabalho seguiu as normas técnicas de pesquisadores do Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da Região dos Lagos (GEMM), da Fiocruz e do Instituto Estadual do Ambiente. O secretário destacou também a instalação de cerca de proteção e de placa informativa, e explicou que a área é monitorada diariamente por agentes do Meio Ambiente.

Durante a vistoria, Savino ressaltou que já está dando início à criação de Protocolo para casos de encalhe de baleias no litoral buziano. O trabalho é uma parceria com a Fiocruz, o GEMM, o Instituto Estadual do Ambiente, a USP, UERJ e tem apoio do Ministério Público Estadual. Somente este ano, onze baleias mortas apareceram no mar de Búzios, sendo que três desses animais encalharam nas praias de Geribá e da Brava, e no Mangue de Pedras.

Completando a vistoria, fiscais do Meio Ambiente retiraram alguns sacos de areia colocados em meio à vegetação de restinga. Utilizados por proprietários de imóveis para aumentar a faixa de areia em frente as casas, os sacos representam crime ambiental e são proibidos na orla. Agentes também retiraram mourões instalados irregularmente na areia para a sustentação de uma tenda de quiosque.

Descubra por que a Folha dos Lagos escreveu com credibilidade seus 30 anos de história. Assine o jornal e receba nossas edições em casa.

Assine Já*Com a assinatura, você também tem acesso à área restrita no site.