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Mortandade de peixes no Peró pode ser reflexo do desastre de Mariana

Por outro lado, ambientalista aponta deficiência na fiscalização contra pesca predatória

06 abril 2016 - 10h09Por Gabriel Tinoco
Mortandade de peixes no Peró pode ser reflexo do desastre de Mariana

Moradores têm reclamado da grande quantiade de peruás mortos no local; caso pode estar ligado a descarte de peixes com pouco valor comercial (Blog do Chicão)

O surgimento de peixes mortos no litoral de Cabo Frio, na Praia do Peró, logo foi apontado como consequência do desastre de Mariana, conforme matéria do jornal Extra. O biólogo Eduardo Pimenta, no entanto, não crê na tese dos ambientalistas e credita a alta mortandade ao descarte de peixes sem valor comercial no mar do bairro.

Os moradores têm reclamado da quantidade de peruás mortos na praia, que fica entre o Parque Estadual da Costa do Sol (PECS) e da Área de Proteção Ambiental (APA) do Pau-Brasil.

– Na ocasião, o desastre foi muito longe. Tudo bem que há uma imensidão de barreiras oceanográficas, que poderiam levar metais para a praia. Mas a chegada desses metais seria muito sutil e não provocaria essa mortandade. A chance dessa tese é muito pequena. O mais natural é que peixes sem valor comercial sejam descartados pelos pescadores aqui mesmo.

De acordo com o biólogo, a falta de fiscalização é a maior razão pela mortandade.

– O pescador tem que ter habilitação primeiramente. Eles normalmente descartam o subproduto. Além disso, é preciso de fiscalização para evitar esse tipo de ação. É necessário fiscalizar o tipo de rede que é usada, a malha, por que os peixes menores normalmente são capturados Eduem determinados tipos de rede. Como não têm alto valor comercial, são descartados. A mortandade de peixes é falta de fiscalização – afirmou.

(*) Leia a matéria completa na edição impressa da Folha dos Lagos desta quarta-feira.