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"QUEM AMA NÃO MATA"

Morre Doca Street, assassino de Ângela Diniz; caso aconteceu em Búzios, em 1976

Os dois julgamentos do réu, em 1979 e 1981, foram realizados no Fórum de Cabo Frio

18 dezembro 2020 - 19h44Por Redação

Raul Fernando do Amaral Street, o Doca Street, morreu nesta sexta-feira (18), aos 86 anos. Em dezembro de 1976, ele assassinou a socialite mineira Ângela Diniz numa casa de veraneio na Praia dos Ossos, em Búzios. A morte foi confirmada ao jornal O Globo por familiares de Doca Street. Segundo o jornal, uma neta informou que ele estava doente e sofreu parada cardíaca.

À época, o assassinato de Ângela Diniz teve repercussão nacional e colocou Búzios, ainda distrito de Cabo Frio, nas manchetes dos principais jornais do país. No dia 30 de dezembro, Ângela havia rompido o relacionamento com Doca. Por não aceitar o término, ele atirou quatro vezes na ex-companheira, que tinha 32 anos.

O assassino confesso foi julgado pela primeira vez em 1979, no Fórum de Cabo Frio, cidade de que Búzios fazia parte àépoca. A defesa argumentou que o crime foi "em legítima defesa da honra". Street, então, foi condenado a somente dois anos de prisão, mas teve o direito de cumprir a pena em liberdade.

Dois anos depois, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou a sentença e marcou um novo Júri. Sob pressão do pressão do movimento feminista, que criou a campanha 'Quem Ama não Mata', Street foi condenado a 15 anos de prisão.  

 

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