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Ministério Público entra com pedido de manutenção das UPAs até o ano que vem

Serviço de emergência e urgência deve ser mantido na unidade até a apresentação de um plano de rearranjo da Saúde

04 dezembro 2015 - 13h58

Após o passa e repassa entre o governo do Estado do Rio de Janeiro e a Prefeitura de Cabo Frio, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com ação civil pública nesta sexta (4) para manter em funcionamento as UPAs Parque Burle e Tamoios, em Cabo Frio, até março do ano que vem – final da temporada de verão. 
De acordo com o pedido, o serviço de emergência e urgência deve ser mantido na unidade até a apresentação de um plano de rearranjo da rede de saúde, aprovado pelo corpo técnico da Secretaria de Estado e Saúde e pelo colegiado da Comissão Intergestora Regional (CIR). A ação foi apresentada junto à 1ª Vara Cível da Comarca de Cabo Frio.
Após vistoria realizada na última quarta-feira (2) na UPA Parque Burle, a titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, Marcela do Amaral, tomou conhecimento, informalmente, da transferência dos serviços de atendimento de urgência e emergência das UPAs para o Hospital Municipal São José Operário – Hospital Central de Emergência (HCE). Segundo a médica responsável pela UPA, Cláudia Márcia Cordeiro da Silva, o governo aguarda o término da obra do HCE para encerrar as atividades da UPA. Também destacou que o corpo médico em atuação na unidade foi reduzido e que a emergência pediátrica será no Hospital da Criança. Com o fechamento da UPA Tamoios, os casos de urgência e emergência seriam reencaminhados ao hospital do 2º Distrito.