Assine Já
domingo, 09 de agosto de 2020
Região dos Lagos
26ºmax
15ºmin
Alerj
Mercado Tropical Mobile
TEMPO REAL Confirmados: 4814 Óbitos: 285
Confirmados Óbitos
Araruama 820 56
Armação dos Búzios 357 9
Arraial do Cabo 120 12
Cabo Frio 1591 95
Iguaba Grande 334 23
São Pedro da Aldeia 748 39
Saquarema 844 51
Últimas notícias sobre a COVID-19
ECONOMIA

Mercado financeiro prevê queda da economia em 6,5% este ano

A informação foi divulgada hoje pelo Banco Central

06 julho 2020 - 10h07Por Redação
Mercado financeiro prevê queda da economia em 6,5% este ano

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 6,54% para 6,50%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há seis semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 1,63%, neste ano.

Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%. A previsão para 2022 também não teve alteração: 3,50%. Para 2023, a estimativa passou de 3,50% para 3,42%.

A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25% também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 5% ao ano e para o final de 2023, 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,20, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5,05, contra previsão de R$ 5 da semana passada.

 

Descubra por que a Folha dos Lagos escreveu com credibilidade seus 30 anos de história. Assine o jornal e receba nossas edições em casa.

Assine Já*Com a assinatura, você também tem acesso à área restrita no site.

Leia Também

POR VOLTA DAS 3H
Quatro pessoas se envolvem em briga e confusão dentro da UPA de Cabo Frio
Caso aconteceu na madrugada deste sábado (3)
Homem acusado de estuprar criança de oito anos é detido em Araruama
CRIME
Homem acusado de estuprar criança de oito anos é detido em Araruama
O NOVO NORMAL
Novo decreto libera empresas e atividades onshore da indústria de óleo e gás em Macaé
Liberação do funcionamento de todos os segmentos acontece de forma progressiva
Prefeitura de Cabo Frio recolhe cerca de 15 toneladas de lixo em local utilizado para descarte irregular
NESTA SEXTA
Prefeitura de Cabo Frio recolhe cerca de 15 toneladas de lixo em local utilizado para descarte irregular